Programação | Sindypsi PR e CRP-PR debatem futuro da profissão

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Reforma trabalhista e da Previdência, corte de recursos para políticas públicas, terceirizações. O Brasil está passando por mudanças profundas que afetam diretamente todos os ramos profissionais e segmentos sociais do país. Como essas transformações interferem na vida da psicóloga e do psicólogo? De que maneira esse novo contexto vai atingir a Psicologia enquanto ciência e profissão?

Esse é o tema do debate Psicologia e Democracia: como a conjuntura política do país interfere em nossa profissão?, organizado pelo Sindypsi PR e pelo CRP-PR.

Marque na agenda e participe! Confira mais informações sobre o evento:

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Sindypsi PR e CRP-PR abrem consulta pública sobre condições de trabalho nos planos de saúde

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Está no ar a consulta pública organizada pelo Sindicato dos Psicólogos do Paraná (Sindypsi PR) e pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) para mapear as condições de trabalho de psicólogas(os) que atuam em planos de saúde. É o primeiro passo de uma série de ações voltadas a esse segmento da categoria. Baixa remuneração, falta de autonomia e pouca transparência na relação com as clínicas são as principais queixas de psicólogas(os) que atuam em convênios. A ideia é que os dados levantados na consulta sirvam de base para o início de diálogo com empresas e clínicas. Também estão previstas a produção de nota técnica assinada pelas entidades e a formulação de orientações jurídicas mais precisas no campo trabalhista.

O planejamento das ações começou ainda em 2016, quando as entidades começaram a receber um grande número de denúncias e queixas. O tempo e o número insuficientes para as sessões, remuneração baixa e sem reajuste da inflação, desvalorização da Psicologia frente à Medicina e contratos precários entre psicólogas(os) e clínicas foram alguns dos problemas debatidos em encontros entre a categoria e as entidades. Todas as estratégias em busca de melhores condições de trabalho foram pensadas em conjunto com quem vive diariamente esses problemas.

Para resolvê-los, no entanto, é necessário um bom diagnóstico da situação. “Uma ação eficaz depende de um bom mapeamento da realidade e é justamente aí que entra a consulta pública. É importante que o maior número possível de psicólogos participe não só preenchendo o formulário, mas também acompanhando as reuniões e as próximas etapas das ações do sindicato e do conselho”, convida o presidente do Sindypsi PR, Thiago Bagatin (CPR 08/14425).

CLIQUE AQUI PARA RESPONDER AO FORMULÁRIO. Não é necessário se identificar.

Estão abertas as inscrições para o Seminário Propulsão sobre redução de danos

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Estão abertas as inscrições para a sétima edição dos Seminários Propulsão, uma iniciativa do Centro Social Marista Propulsão voltada para o debate sobre a saúde mental de adolescentes em situação de vulnerabilidade. O evento está marcado para o dia 21 de junho, quarta-feira, às 8h30, no auditório Gralha Azul, localizado no campus Jardim Botânico da UFPR. As palestras vão abordar a Redução de Danos e as estratégias e manejos para cuidado em liberdade de adolescentes com histórico de uso abusivo de álcool e outras drogas.

Clique aqui e faça a sua inscrição

Confira o histórico de atuação das duas palestrantes:

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Abaixo-assinado | Participe da campanha pela revisão de processo seletivo que desvaloriza a(o) psicóloga(o)

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Psicólogas e psicólogos de Foz do Iguaçu estão se mobilizando para exigir a revisão de um processo seletivo do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), departamento da Polícia Civil do Paraná. A proposta salarial do órgão é de R$1.800,00 para jornada de 40 horas semanais, valor defasado e incompatível com a centralidade da atuação da(o) psicóloga(o) nessa área. Um abaixo-assinado organizado pela categoria em Foz já reuniu mais de 500 assinaturas. O principal objetivo é pressionar o órgão a rever a faixa salarial oferecida à categoria.

“É um valor muito baixo para um profissional que irá atender casos de extrema complexidade, sendo exposto a situações de periculosidade e insalubridade emocional e psicológica. Nestas condições, o atendimento psicológico para casos de violência e ou abuso sexual pode tornar-se precarizado, colocando em risco não só a toda dinâmica jurisdicional, como também o profissional e as crianças e adolescentes atendidas”, diz uma parte do manifesto que acompanha o abaixo-assinado. A campanha é voltada para a Secretaria de Estado de Segurança Pública, para a Polícia Civil do Paraná e para o próprio Nucria. Clique aqui para acessar o abaixo-assinado.

Essa não é a primeira vez que o psicólogas(os) e o Sindypsi PR se mobilizam em torno de propostas salariais abusivas. Nos últimos anos, a categoria vem denunciando editais e processos seletivos com salários baixos e péssimas condições de trabalho oferecidos aos psicólogos. “O fato da categoria não ter um piso salarial aprovado não impede que os psicólogos contestem os empregadores que desvalorizam a nossa profissão. Entendemos que o momento é de crise e desemprego, mas isso não pode ser pretexto para  desmerecer uma função social tão importante como a nossa”, ressalta o presidente do Sindypsi PR Thiago Bagatin (CRP 08/14425).Clique aqui e participe do abaixo-assinado

Para fazer denúncias

Você encontrou editais ou processos seletivos que propõem remuneração incompatível ou abusiva a psicólogas e psicólogos? Entre em contato com o Sindypsi PR pelo e-mail sindypsipr@sindypsipr.com.br informando a situação. Nossa assessoria jurídica e equipe de comunicação estão à disposição para notificar e mobilizar a categoria por mais valorização.

Luta Antimanicomial | Caminhada celebra 18 de maio em Curitiba e reafirma: trancar não é tratar

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O Dia Nacional da Luta Antimanicomial combina com manifestação, caminhada e cartazes. Combina com pluralidade de vozes. É assim em grande parte das cidades brasileiras no 18 de maio, dia de resistir às lógicas manicomiais e reafirmar que uma sociedade com manicômios não é tolerável. Em Curitiba, cerca de 150 manifestantes marcharam pelo centro para dialogar com os cidadãos. Com o lema “Trancar não é tratar”, usuárias(os), trabalhadoras(es) da saúde mental e apoiadores da Reforma Psiquiátrica saíram em defesa dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

A programação do 18 de maio na cidade não termina por aí. Está marcada para às 14h, na Câmara Municipal de Curitiba, uma reunião ampliada com vereadores e a sociedade sobre a Luta Antimanicomial. A ideia é ocupar o espaço que é de todos para dizer não aos retrocessos, ao financiamento público de Comunidades Terapêuticas, à criminalização da loucura e ao desmonte da RAPS.

Confira mais fotos da Caminhada do 18 de Maio em Curitiba.

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Luta Antimanicomial | Confira a programação do 18 de maio em Curitiba

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Dia Nacional da Luta Antimanicomial será marcado por um ato na capital paranaense e reunião com os vereadores da cidade para falar sobre o tema. Usuárias(os), trabalhadoras(es) da saúde mental e entusiastas da Reforma Psiquiátrica vão se reunir na praça Santos Andrade às 9h para denunciar retrocessos na saúde mental. Confira a programação

ato-luta-antimanicomialCongelamento de investimentos na saúde pública, financiamento estatal às Comunidades Terapêuticas, desmonte da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) etc. A conjuntura política brasileira tem colocado grandes desafios para os defensores da Reforma Psiquiátrica e da luta contra as lógicas manicomiais. Para denunciar os retrocessos e exigir a continuidade de práticas humanizadas, laicas e baseadas nos direitos humanos, manifestantes vão se reunir na quinta-feira, 18 de maio, às 9h, na praça Santos Andrade, no centro de Curitiba, para comemorar o Dia Nacional da Luta Antimanicomial.

Além disso, a Câmara dos Vereadores da cidade vai ser palco de um debate sobre o cenário da Reforma Psiquiátrica no Brasil. Participam dessa atividade membros do Sindicato dos Psicólogos do Paraná, Coletivo Um Passo à Frente, Conselho Regional de Psicologia, Abrasme Núcleo Carrano Paraná e da Comissão de Direitos Humanos, Defesa da Cidadania e Segurança Pública da Câmara Municipal de Curitiba. O evento tem início às 14h no Auditório Anexo II da Câmara e é aberto ao público.

Não deixe de participar.
Vamos lutar juntos por uma sociedade sem manicômios!

Programação
9h – Caminhada da Luta Antimanicomial na Praça Santos Andrade, centro de Curitiba
14h – Reunião aberta na Câmara Municipal de Curitiba sobre a Luta Antimanicomial

Clique aqui e confirme presença no evento!

30 horas | Reforma trabalhista afasta psicólogas(os) de jornada mais justa

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O Bloco da Psicologia, organizado pelo Sindypsi PR, saiu às ruas de Curitiba na última sexta-feira (28) para participar das atividades da maior Greve Geral da história recente do Brasil. Estima-se que aproximadamente 40 milhões de trabalhadoras(es) cruzaram os braços e pelo menos 254 cidades registraram manifestação. Em Curitiba, psicólogas(os) aderiram à paralisação por vários motivos, mas o consenso é de que as reformas de Temer vão atingir toda a categoria. Um dos maiores entraves que a reforma trabalhista representa tem relação com a luta pela jornada de 30 horas para as(os) psicólogas(os).

A reforma trabalhista aprovada Câmara dos Deputados é um verdadeiro balde de água fria no projeto de lei das 30 horas. Isso porque ela prevê que o negociado vale mais que o legislado, ou seja, os acordos e convenções coletivas firmadas entre trabalhadoras(es) e patrões vão poder se sobrepor à CLT em 16 pontos, incluindo a jornada de trabalho. A negociação entre as partes poderá distribuir a jornada em até 12 horas diárias num limite de 48 horas semanais e 220 horas mensais. Hoje, acordos e convenções coletivas só valem mais que a lei quando adicionam direitos aos que já estão garantidos na CLT.

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Recado claro

Para o presidente do Sindypsi PR, Thiago Bagatin (CRP 08/14425), a reforma é mais um golpe nos direitos das psicólogas e dos psicólogos, impedindo a categoria de avançar no debate sobre as 30 horas. “Quando a reforma aprova que a negociação vale mais que a lei e, ao mesmo tempo, enfraquece os sindicatos, o recado é claro: os trabalhadores vão ter menos possibilidades de negociar e conquistar direitos, entre eles as 30 horas”, analisa.

Entre as medidas que enfraquecem a atuação dos sindicatos estão a possibilidade da negociação de acordo trabalhista sem a participação de sindicatos em empresas com mais de 200 empregados e a retirada da exigência de a homologação da rescisão contratual ser realizada nos sindicatos, passando a ser feita nas próprias empresas.

Barrar os retrocessos

Vamos supor que o projeto das 30 horas tivesse sido aprovado em 2015. Como a reforma trabalhista prevê que a negociação vale mais que a lei, uma convenção coletiva poderia ignorá-lo e fixar jornada semanal de 48 horas, sobrepondo-se à sobrepor à jornada anterior. “Impedir esses retrocessos depende de uma estrutura sindical forte, que tenha poder de negociação. Infelizmente, a reforma faz o contrário e enfraquece os sindicatos de trabalhadores”, avalia o assessor sindical do Sindypsi PR e secretário geral da Federação Nacional dos Psicólogos, Cesar Fernandes (CRP 08/16715).

Bagatin propõe que a categoria se reconheça na luta contra as reformas de Temer, já que elas afetam todas as pessoas que trabalham. “Nós temos que nos entender enquanto trabalhadores. Não somos uma categoria à parte da sociedade. Aquilo que a Câmara e o Senado decidem nos afetam diretamente. Por isso é importante lutar ao lado das demais categorias para barrar essas reformas”, enfatiza.

Lançamento da Comissão de Psicologia e Cultural do Conselho Regional de Psicologia

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Data 20/05 – Sábado
Horário: das 11h às 20h
Local: Sede do CRP (Avenida São José, 699 – Cristo Rei / Curitiba)

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