Eleições CRP

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2013 é ano de eleições no Sistema Conselhos!

Esse ano elegeremos a nova diretoria do Conselho Regional de Psicologia e do Conselho Federal de Psicologia.

crpO Sindypsi não apoia oficialmente nenhuma das chapas envolvidas pois entende que, enquanto entidade representativa dos psicólogos, deve respeitar a autonomia e independência do Sistema Conselhos. A contribuição do sindicato veio no sentido de pautar as eleições em princípios e propostas e, dessa forma, revelar o que defendem os concorrentes, auxiliando na tomada de decisão do voto das psicólogas e psicólogos do Paraná.

Nesse sentido, a diretoria do Sindypsi se reuniu com representantes das duas chapas concorrentes ao CRP e apresentou uma carta compromisso para ambas.

As duas chapas sugeriram modificações que foram prontamente aceitas pela diretoria do Sindypsi.

Veja como ficaram as cartas compromissos assinadas:

Não perca! Debate entre as chapas no dia 07 de agosto, às 19h, na sede do CRP. Haverá transmissão online pelo site da entidade.

A votação será em 27 de agosto – dia do psicólogo. Mais informações sobre o processo eleitoral clique aqui

Oficina discute os impactos do racismo na saúde mental da população

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saude mental
Acontece em Curitiba a oficina “Saúde Mental Sem Racismo – Vivendo o Preconceito, Refletindo sobre a Discriminação”, no dia 15 de junho (sábado), das 10 às 14 horas. Promovido pelo Sindypsi, em parceria com a Rede de Mulheres Negras – PR (RMN-PR), Instituto AMMA Psique e Negritude, SISMUC, CRP/PR e SESA, o evento é marcante no que tange as discussões relativas à Saúde mental e os impactos da violência subjetiva do Racismo para a população Brasileira.

Será um evento preparatório ao II Encontro Nacional de Psicólogas(os) Negras(os) e Pesquisadoras(es) das Relações Raciais e Subjetividades (II PSINEP), que acontecerá em Recife, do dia 04 a 07 de julho deste ano. Ações regionais vêm sendo realizadas no país todo para envolver a população com o tema. Confira a programação do evento nacional e ações regionais por este site.

O evento aqui no Sul do país contará com a presença de Maria Lúcia da Silva, do Instituto AMMA Psique e Negritude, especialista no tema. Esta psicóloga, que é referência nacional em saúde mental e racismo, ministrará uma oficina que está sendo mencionada como uma das novidades no campo das ações de enfrentamento a violência racial no Brasil.

“Vivenciando o preconceito, refletindo sobre a discriminação será um espaço para que, a partir das vivências pessoais dos participantes, possamos refletir sobre o impacto das discriminações raciais e de gênero na saúde mental dos grupos historicamente excluídos.”, compartilha a psicóloga.

Podem participar da oficina psicólogas e psicólogos interessados no tema, estudantes de psicologia ou qualquer pessoa que esteja interessada em conhecer mais sobre este tipo de violência subjetiva que atinge mais da metade da população brasileira.

As inscrições são gratuitas e limitadas a 30 participantes. Para fazer a inscrição clique aqui

Saúde Mental sem Racismo – Vivenciando o preconceito, refletindo sobre a discriminação
Data: 15/06/13
Horário: 10hs às 14hs
Local: Auditório do Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (SISMUC) –
Rua Monsenhor Celso, 225, 9º andar. Conjunto 901/902 – no centro de Curitiba.

Inscrições: http://www.sindypsipr.com.br/site/?p=1248

4ª Plenária do FETSUAS/PR – dia 8 de junho

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A IV Sessão Plenária de Trabalhadores e Trabalhadoras do SUAS do Paraná é promovida pelo Fórum Estadual de Trabalhadores do SUAS do Paraná – FETSUASPR e terá como tema “Gestão do Trabalho e Controle Social no SUAS”. Esta plenária tratará do ano de conferências e da organização das ações do Fórum no Estado.

Para participar da IV Plenária Ampliada do FETSUAS/PR basta se inscrever aqui  que em seguida você receberá a confirmação de sua inscrição.

O evento será na APP Sindicato – Av. Iguaçu, 880 – Curitiba – PR no dia 08/06/2013, às 8h.

Para mais informações escreva para: fetsuaspr@gmail.com

ivplenaria

Violência e repressão afetam mais jovens negros no Brasil, aponta Anistia Internacional

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violenciaO Relatório O Estado dos Direitos Humanos no Mundo da Anistia Internacional, lançado no dia 22 de maio, aponta que os/as jovens negros/as são de forma desproporcional as principais vítimas de crimes violentos no Brasil, principalmente nas regiões Nordeste e Norte. Segundo o diretor executivo da Anistia Internacional no Brasil, Átila Roque, o país vive uma situação de quase extermínio de uma parcela da população.

“Em 2010, quase 9 mil jovens entre 9 e 19 anos foram mortos, de acordo com o Mapa da Violência, foram vítimas de homicídio. Estamos vivendo uma tragédia de proporções inacreditáveis, isso equivale a 48 aviões da TAM caindo todo ano cheio de jovens: crianças e adolescentes. Outro recorte mostra que uma parcela enorme, cerca de 50%, é de homens negros que estão morrendo. Claramente, há uma situação que combina diversos fatores, violência institucional, número de armas que circulam, racismo, que acabam vitimando um certo perfil de pessoas ”, comenta Roque.

Para a psicóloga e Mobilizadora Nacional Pró Saúde da População Negra, Crisfanny Souza Soares, o quadro de violência é considerado um verdadeiro genocídio. Além da violência física, ela chama a atenção aos outros tipos de violência, salientando a simbólica “que trata da forma cotidiana os símbolos da cultura e resistência dos negros, seu corpo, sua filosofia, tecnologia e sabedorias como subalternas ao pensamento e valores eurocentralizados”, afirma a psicóloga.

O Sindypsi-PR convoca a sociedade para debater o enfrentamento a este problema.

Em Curitiba será realizada a oficina “Saúde Mental Sem Racismo – Vivendo o Preconceito, Refletindo sobre a Discriminação”, no dia 15 de junho. O evento aborda a saúde mental e os impactos da violência subjetiva do racismo para os brasileiros/as, discutindo especialmente as formas de violência que afetam a população negra.

A ação é promovida pelo Sindypsi-PR, em parceria com a Rede de Mulheres Negras-PR (RMN-PR), Instituto AMMA Psique em Negritude, SISMUC, CRP/PR e SESA.

Inscreva-se para a Oficina ‘Saúde Mental sem Racismo – Vivenciando o preconceito, refletindo sobre a discriminação’

Data: 15/06, sábado
Horário: 10hs às 14hs
Local: Auditório do Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (SISMUC) –
Rua Monsenhor Celso, 225, 9º andar. Conjunto 901/902 – no centro de Curitiba.

Inscrições em: http://www.sindypsipr.com.br/site/?p=1248

A inscrição é gratuita e as vagas são limitadas.

*Com informações da Agência Brasil

Cinema militante em junho na APP Sindicato

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A partir do dia 10 de junho a APP Sindicato inicia a programação do “Cinema Militante” com uma programação de três filmes seguidos de debates sobre política e movimentos sociais.

Nos dias 10, 11 e 12 de junho serão exibidos respectivamente “Flor do Deserto”, “Mis Represetation” e “Café da Manhã em Plutão”. A primeira película tem como tema central os direitos humanos entre o universalismo e relativismo cultural. Já o segundo trata sobre a exploração controversa da má representação das mulheres pela mídia, enquanto o último é um documentário que relata a vida de um transformista abandonado pela família.

Com início sempre às 18h30, após a exibição dos filmes um debate está programado e terá convidados especiais. Professoras Ana Paula Martins e Miriam Adelman, ambas doutoras, participam do debate dos dois primeiros filmes. Já para o Café da Manhã em Plutão os convidados serão Alexandre Cozer e Kelleny Brasil, ambos da PET/UFPR.

A exibição dos filmes seguida dos debates será no auditório da APP Sindicato, na Av. Iguaçu, 880.

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fonte: CUT-PR

Participe neste sábado da primeira reunião do GT ‘Psicologia e Questões LGBT’

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O Sindypsi-PR convida psicólogas/os e estudantes para participar da construção deste GT!

Neste sábado, dia 8 de junho, acontece a primeira reunião do “Grupo de Trabalho de Psicologia e Questões LGBT”, das 14h às 18 horas, na sede do Sindypsi. Organizado pelo Sindypsi-PR, o evento é público, aberto tanto para quem é sindicalizada/o ou não.

O grupo promoverá a partilha de conhecimentos e experiências sobre as intervenções em Psicologia com relação às questões de diversidade sexual e orientações sexuais, além de organizar atividades, debates, materiais, notas públicas e outras ferramentas que capacitem a/o trabalhadora/r em Psicologia ao enfrentamento da LGBTfobia, do cissexismo e do machismo em seu local de trabalho e intervenção profissional.

Em tempos de ataques explícitos às legislações que regem nossa profissão e de ameaças à Resolução 1/1999 CFP, o Sindypsi convida a todas/os à defenderem a manutenção do caráter ético, emancipatório e comprometido com os direitos humanos do nosso fazer profissional.

Psicólogas/os e estudantes são muito bem-vindas/os!

PSICOLOGIA PARA LIBERTAR, NÃO PARA OPRIMIR!

Grupo de Trabalho de Psicologia e Questões LGBT
Dia: 08 de junho, sábado.
Horário: das 14 às 18 horas
Local: Sede do Sindypsi – Rua Dr. Muricy, nº 390, cj. 201, no Centro

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Vagas remanescentes para a oficina ‘Saúde Mental sem Racismo’

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A oficina “Saúde Mental sem Racismo – Vivenciando o Preconceito, Refletindo sobre a Discriminação”, que acontece no dia 15 de junho, em Curitiba, ainda está com inscrições abertas. A ação tem como objetivo discutir a saúde mental e os impactos da violência subjetiva do racismo para a população brasileira. Podem participar do evento psicólogos/as, estudantes e interessados/as em conhecer o tipo de violência que afeta mais da metade dos/as brasileiros/as.

O evento faz parte dos preparatórios para o II Encontro Nacional de Psicólogas (os) Negras (os) e Pesquisadoras (os) das Relações Raciais e Subjetividade (II PSINEP), que acontece de 4 a 7 de julho, em Recife. Em vista ao Encontro, diversas atividades regionais e nacionais estão sendo realizadas para envolver a sociedade. A programação das ações pode ser acessada neste site.

A oficina “Saúde Mental sem Racismo – Vivenciando o Preconceito, Refletindo sobre a Discriminação” é promovida pelo Sindypsi-PR, em parceria com a Rede de Mulheres Negras-PR (RMN-PR), Instituto AMMA Psique em Negritude, SISMUC, CRP/PR e SESA.

Saúde Mental sem Racismo – Vivenciando o preconceito, refletindo sobre a discriminação
Data: 15/06, sábado
Horário: 10hs às 14hs
Local: Auditório do Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (SISMUC) –
Rua Monsenhor Celso, 225, 9º andar. Conjunto 901/902 – no centro de Curitiba.

Inscrições: http://www.sindypsipr.com.br/site/?p=1248

saude mental

Edital para vaga de Auxiliar Administrativo/a

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toposindy

O Sindicato dos Psicólogos no Estado do Paraná está com inscrições abertas para a vaga de 01 Auxiliar Administrativo(a).

Requisitos: formação nível médio; conhecimentos e experiência em trabalhos junto aos Movimentos Sociais e Sindicato; capacidade de expressão e comunicação escrita e para atendimento; experiência em rotina administrativa; conhecimento intermediário em informática.

Curriculos devem ser enviados para sindypsipr@sindypsipr.com.br até 04/06/2013.

Confira aqui o edital

Seminário discute a medicalização da educação e da sociedade

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O “III Seminário Internacional a Educação Medicalizada: Reconhecer e Acolher as Diferenças” acontece de 10 a 13 de julho, na Universidade Paulista (UNIP), em São Paulo.

Desde seu início, o Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade propaga e debate conhecimentos da esfera acadêmica criticando a medicalização da vida e das políticas em diversos países. Neste Seminário, a proposta do Fórum é combater saberes reducionistas, no binômio ‘médico versus medicamento’, e, assim, provocar a reflexão da sociedade sobre o alto índice de crianças e adolescentes excessivamente medicalizados, em nome de mais rendimento escolar e de boa adequação aos padrões sociais.

As sociedades ocidentais vivem processo de patologização de todas as esferas da vida, associado à busca de padronização e homogeneização dos diferentes modos de viver. A diversidade e as diferenças que caracterizam e enriquecem a humanidade são tornadas problemas. Se oculta as desigualdades, reapresentadas como doenças. Problemas de diferentes ordens são transformados em doenças, transtornos, distúrbios que escamoteiam as grandes questões políticas, sociais, culturais, afetivas que afligem a vida das pessoas. Questões coletivas são tomadas como individuais; problemas sociais e políticos são tornados biológicos.

Nesse processo, que gera sofrimento psíquico, a pessoa e sua família são responsabilizadas pelos problemas, enquanto governos, autoridades e profissionais são eximidos de suas responsabilidades.

Portanto, o seminário tem como objetivo a constituição, embasada na sistematização de saberes e conhecimentos, de modos e práticas de atuar no acolhimento das pessoas que sofrem os processos de patologização de suas vidas, de seus corpos e mentes.

Para conferir mais sobre o III Seminário Internacional a Educação Medicalizada: Reconhecer e Acolher as Diferenças, acesse o site do evento: seminario.medicalizacao.org.br

fórum

Seminário discute a medicalização da educação e da sociedade

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O “III Seminário Internacional a Educação Medicalizada: Reconhecer e Acolher as Diferenças” acontece de 10 a 13 de julho, na Universidade Paulista (UNIP), em São Paulo.

Desde seu início, o Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade propaga e debate conhecimentos da esfera acadêmica criticando a medicalização da vida e das políticas em diversos países. Neste Seminário, a proposta do Fórum é combater saberes reducionistas, no binômio ‘médico versus medicamento’, e, assim, provocar a reflexão da sociedade sobre o alto índice de crianças e adolescentes excessivamente medicalizados, em nome de mais rendimento escolar e de boa adequação aos padrões sociais.

As sociedades ocidentais vivem processo de patologização de todas as esferas da vida, associado à busca de padronização e homogeneização dos diferentes modos de viver. A diversidade e as diferenças que caracterizam e enriquecem a humanidade são tornadas problemas. Se oculta as desigualdades, reapresentadas como doenças. Problemas de diferentes ordens são transformados em doenças, transtornos, distúrbios que escamoteiam as grandes questões políticas, sociais, culturais, afetivas que afligem a vida das pessoas. Questões coletivas são tomadas como individuais; problemas sociais e políticos são tornados biológicos.

Nesse processo, que gera sofrimento psíquico, a pessoa e sua família são responsabilizadas pelos problemas, enquanto governos, autoridades e profissionais são eximidos de suas responsabilidades.

Portanto, o seminário tem como objetivo a constituição, embasada na sistematização de saberes e conhecimentos, de modos e práticas de atuar no acolhimento das pessoas que sofrem os processos de patologização de suas vidas, de seus corpos e mentes.

Para conferir mais sobre o III Seminário Internacional a Educação Medicalizada: Reconhecer e Acolher as Diferenças, acesse o site do evento: seminario.medicalizacao.org.br

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