Novo ato dos funcionários de Hospital Público acontece nesta terça

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Na segunda-feira, 10 de fevereiro, acontecem mobilizações de trabalhadores do Centro Hospitalar de Reabilitação (CHR) Ana Carolina Moura Xavier, no bairro Cabral em Curitiba. Os trabalhadores já decidiram: vão realizar nova mobilização nesta terça-feira, 11 de fevereiro, às 10h, em frente ao CHR.

Os trabalhadores reivindicam melhorias nas condições de trabalho e acerto dos salários. Há relatos de constantes atrasos no pagamento desde 2012.

O CHR é um hospital público que teve a gestão repassada à Associação Paranaense de Reabilitação (APR), uma ONG, entidade de direito privado. A gestão por meio da APR, segundo sindicatos das categorias profissionais da área da saúde, tem prejudicado o trabalho no Hospital, por não garantir as condições de trabalho adequadas aos profissionais.

A nova mobilização conta com adesão do Sindsaúde-PR e de trabalhadores da APR não vinculados ao CHR.

A mobilização tem o apoio dos sindicatos: Sindicato dos Psicólogos no Estado do Paraná, Sindicato dos Fonoaudiólogos do Estado do Paraná, Sindicato dos Nutricionistas do Paraná e Sindsaúde-PR.

Mobilização no Centro Hospitalar de Reabilitação (CHR) Ana Carolina Moura Xavier
Endereço: Rua Quintino Bocaiúva, 329 – Cabral (Curitiba)
11/02 – terça-feira – às 10h e 15h

Hospital Público em Curitiba tem mobilização de funcionários nesta segunda-feira

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Nesta segunda-feira, 10 de fevereiro, está prevista a mobilização dos trabalhadores do Centro Hospitalar de Reabilitação (CHR) Ana Carolina Moura Xavier, no bairro Cabral em Curitiba. A mobilização ocorre às 10h e às 15h, com duração de 1 hora em cada ato.

Os trabalhadores reivindicam melhorias nas condições de trabalho e acerto dos salários. Há relatos de constantes atrasos no pagamento desde 2012. Os trabalhadores iniciam por meio deste ato uma campanha pela valorização dos profissionais.

O CHR é um hospital público que teve a gestão repassada à Associação Paranaense de Reabilitação (APR), uma ONG, entidade de direito privado. A gestão por meio da APR, segundo sindicatos das categorias profissionais da área da saúde, tem prejudicado o trabalho no Hospital, por não garantir as condições de trabalho adequadas aos profissionais.

Outra situação levantada é que o CHR não possui condições de ventilação e refrigeração adequadas para o trabalho em decorrência da condição climática de excessivo calor.

A mobilização tem o apoio dos sindicatos: Sindicato dos Psicólogos no Estado do Paraná, Sindicato dos Fonoaudiólogos do Estado do Paraná e Sindicato dos Nutricionistas do Paraná.

Mobilização no Centro Hospitalar de Reabilitação (CHR) Ana Carolina Moura Xavier
Endereço: Rua Quintino Bocaiúva, 329 – Cabral (Curitiba)
10/02 – segunda-feira – às 10h e 15h

Formação ”Controle Social e Defesa do SUS”

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A Formação sobre o Controle Social e Defesa do SUS aconteceu no último sábado, dia 01 de Fevereiro, tendo como tema “Fundações Estatais de Direito Privado e a Privatização da Saúde Pública” e duas mesas redondas para o debate.

O evento, organizado pelos trabalhadores e usuários do controle social do SUS Curitiba, aconteceu na APP Sindicato e contou com aproximadamente 70 pessoas.

Confira as fotos.

Contra a Privatização da Saúde: a luta continua

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No dia 03 de Fevereiro, marcando o retorno dos serviços da Assembleia Legislativa, aconteceu uma Manifestação contra a Privatização da Saúde Pública. O Sindypsi-PR esteve entre os sindicatos e movimentos sociais que lutam contra a privatização da saúde pública e que compareceram em peso à Assembleia para tentar mais uma vez tirar os projetos 22/2013 e 726/2013 da pauta de votação. O PL 22/2013 autoriza a criação de fundações em diversas áreas de Cultura, Turismo, Desporto, Comunicação Social, Assistência Social e Ciência e Tecnologia e, o 726/2013, cria a Fundação Estatal de Direito Privado para a área da saúde. Proposta pelo governo, a Fundação Estatal de Saúde do Estado – Funeas – teria então liberdade para contratar servidores via CLT e a Saúde Pública no Paraná passaria a ser gerida não mais pelo Estado mas por uma instituição privada.

Com as galerias lotadas, os manifestantes gritaram palavras de ordem para os deputados, defendendo a Saúde Pública e o SUS.

O Presidente do Sindypsi, Thiago Bagatin, diz que é necessário continuar lutando, pois não é só o profissional que é prejudicado pela privatização da Saúde Pública, a população também é afetada com a aprovação projetos. “Estamos pressionando os deputados, mostrando para o governo Estatual a nossa insatisfação […] precisamos ficar atentos para defender o serviço público, defender o servidor e defender a psicologia.”, declara.

Os projetos não foram votados no dia da manifestação e serão discutidos numa reunião do Conselho Estadual de Saúde no dia 13 de Fevereiro. O Sindypsi-PR convoca mais uma vez toda a categoria para manter a mobilização e pressionar os deputados a votar contra os projetos.

Confira o depoimento de Thiago Bagatin, o presidente do Sindypsi-PR, na íntegra.

Confira as fotos da manifestação.

Contra a Privatização da Saúde: a luta continua

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No dia 03 de Fevereiro, marcando o retorno dos serviços da Assembleia Legislativa, aconteceu uma Manifestação contra a Privatização da Saúde Pública. O Sindypsi-PR esteve entre os sindicatos e movimentos sociais que lutam contra a privatização da saúde pública e que compareceram em peso à Assembleia para tentar mais uma vez tirar os projetos 22/2013 e 726/2013 da pauta de votação. O PL 22/2013 autoriza a criação de fundações em diversas áreas de Cultura, Turismo, Desporto, Comunicação Social, Assistência Social e Ciência e Tecnologia e, o 726/2013, cria a Fundação Estatal de Direito Privado para a área da saúde. Proposta pelo governo, a Fundação Estatal de Saúde do Estado – Funeas – teria então liberdade para contratar servidores via CLT e a Saúde Pública no Paraná passaria a ser gerida não mais pelo Estado mas por uma instituição privada.

Com as galerias lotadas, os manifestantes gritaram palavras de ordem para os deputados, defendendo a Saúde Pública e o SUS.

O Presidente do Sindypsi, Thiago Bagatin, diz que é necessário continuar lutando, pois não é só o profissional que é prejudicado pela privatização da Saúde Pública, a população também é afetada com a aprovação projetos. “Estamos pressionando os deputados, mostrando para o governo Estatual a nossa insatisfação […] precisamos ficar atentos para defender o serviço público, defender o servidor e defender a psicologia.”, declara.

Os projetos não foram votados no dia da manifestação e serão discutidos numa reunião do Conselho Estadual de Saúde no dia 13 de Fevereiro. O Sindypsi-PR convoca mais uma vez toda a categoria para manter a mobilização e pressionar os deputados a votar contra os projetos.

Confira o depoimento de Thiago Begatin, o presidente do Sindypsi-PR, na íntegra.

 

Confira as fotos da manifestação.

Formação ”Controle Social e Defesa do SUS”

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A Formação sobre o Controle Social e Defesa do SUS aconteceu no último sábado, dia 01 de Fevereiro, tendo como tema “Fundações Estatais de Direito Privado e a Privatização da Saúde Pública” e duas mesas redondas para o debate.

O evento, organizado pelos trabalhadores e usuários do controle social do SUS Curitiba, aconteceu na APP Sindicato e contou com aproximadamente 70 pessoas.

Confira as fotos.

Manifestação contra a Privatização da Saúde Pública

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No dia 03 de Fevereiro, a Assembleia Legislativa do Estado do Paraná retornará aos serviços e terá como primeiro trabalho a votação dos projetos 22/2013 e 726/2013, que incentivam a privatização da saúde.  O PL 726 prevê que as atuais unidades próprias da Secretaria Estadual de Saúde vão, mediante contrato de gestão, ser administradas por uma Fundação de direito privado.  E o PL 22 prevê a criação de fundações nas áreas de Cultura, Turismo, Desporto, Comunicação Social, Assistência Social e Ciência e Tecnologia. Isso significa que quase todo o funcionalismo pode ir pras fundações.

Convidamos  a todos(as) a comparecer no dia e horário previsto para a votação (14h30) para ato dos trabalhadores da saúde contra estes projetos que prejudicam a Saúde Pública. A organização do ato parte do SindSaúde-PR.

Vamos barrar a Privatização da Saúde

Data: 03 de Fevereiro

Horário: 14h30

Local: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná – Praça Nossa Senhora de Salete, s/n. Curitiba – PR

Participe da Formação ‘Controle Social e Defesa do SUS’

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O Sindypsi-PR, junto com os trabalhadores e usuários do Controle Social do SUS, realizará a Formação sobre o Controle Social e Defesa do SUS no dia 01 de Fevereiro, na APP Sindicato.

O evento abordará o tema “Fundações Estatais de Direito Privado e a Privatização da Saúde Pública”, contando com as Mesas sobre “Fundações Estatais e o Novo Modelo de Gestão: Avanços ou Retrocessos?” e “O Controle Social como Instrumento para Avançar na Consolidação do SUS”.

O evento é gratuito, faça sua inscrição clicando aqui.

Para mais informações: (41) 3224-4658

 

Formação Controle Social e Defesa do SUS

 Data: 01 de Fevereiro, sábado

Programação:

Mesa – Fundações Estatais e o Novo Modelo de Gestão: Avanços e Retrocessos

Hora: 09h às 12h

Mesa – O Controle Social como Instrumento para Avançar na Consolidação do SUS

Hora: 14h às 17h

Local: APP Sindicato – Av. Iguaçu, 800. Rebouças – Curitiba

cartaz atividade privatizacoes

Em janeiro, SUS passa a notificar violência contra a população LGBT

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Sindypsi-PR defende os direitos desta população, e constrói e apoia mobilização pela visibilidade trans*, que acontece este mês.

Neste mês de janeiro de 2014 o Ministério da Saúde pretende passar a notificar, em todo o Sistema Único de Saúde (SUS), os casos de violência contra o público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Desde agosto de 2013, os estados de Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul já iniciaram um projeto piloto integrado ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que já registra casos de violações contra crianças, adolescentes, mulheres e idosos.

A intenção é ampliar o registro dos casos para gerar informações que possam subsidiar políticas públicas de prevenção e combate à homofobia. Um relatório sobre violência homofóbica, divulgado no último mês de julho pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) aponta que, entre 2011 e 2012, as denúncias de agressões e crimes homofóbicos aumentaram de forma significativa no Brasil. Segundo os dados do levantamento, em 2012, o poder público recebeu 3.084 denúncias, o que corresponde a um crescimento de 166% em relação a 2011, quando foram registradas 1.159 reclamações. A avaliação da Secretaria é que os números refletem um maior reconhecimento da sociedade de que esse tipo de discriminação fere os direitos humanos e uma maior disposição para denunciar.

Com a implantação da medida, ao atender uma vítima de violência associada à homofobia, o profissional de saúde deve identificar na ficha de atendimento do SUS o nome social do paciente (se houver), sua identidade de gênero e orientação sexual. “Isso vai nos ajudar bastante para o próximo relatório, pois também teremos dados mais claros sobre mortes violentas. Muitas vezes, os profissionais de saúde não sabem ou têm receio de perguntar à família sobre questões relativas à sexualidade da vítima”, afirma o coordenador-geral de Promoção dos Direitos LGBT da Secretaria, Gustavo Bernardes.

O Sindypsi-PR vem atuando em defesa dos direitos da população LGBT, participando e promovendo eventos sobre a temática, como no seminário “Psicologia e Diversidade Sexual – Construção de práticas emancipatórias e de enfrentamento à LGBTfobia”, debates sobre violência de gênero e violência contra a mulher e na luta contra o projeto de lei que foi conhecido por “Cura Gay”.

O sindicato constrói e apoia o Janeiro Lilás – mês de mobilização para a Visibilidade Trans, que tem como data comemorativa no Brasil o dia 29 de janeiro.

Psicóloga/o, acompanhe as ações deste mês e participe desta mobilização conosco! Acesse  https://www.facebook.com/janeirolilas e apoie esta luta. Mais informações serão divulgadas no site do Sindypsi.

*Com informações de Agência de Notícias da Aids

Em janeiro, SUS passa a notificar violência contra a população LGBT

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bandeiraSindypsi-PR defende os direitos desta população, e constrói e apoia mobilização pela visibilidade trans*, que acontece este mês.

Neste mês de janeiro de 2014 o Ministério da Saúde pretende passar a notificar, em todo o Sistema Único de Saúde (SUS), os casos de violência contra o público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Desde agosto de 2013, os estados de Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul já iniciaram um projeto piloto integrado ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que já registra casos de violações contra crianças, adolescentes, mulheres e idosos.

A intenção é ampliar o registro dos casos para gerar informações que possam subsidiar políticas públicas de prevenção e combate à homofobia. Um relatório sobre violência homofóbica, divulgado no último mês de julho pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) aponta que, entre 2011 e 2012, as denúncias de agressões e crimes homofóbicos aumentaram de forma significativa no Brasil. Segundo os dados do levantamento, em 2012, o poder público recebeu 3.084 denúncias, o que corresponde a um crescimento de 166% em relação a 2011, quando foram registradas 1.159 reclamações. A avaliação da Secretaria é que os números refletem um maior reconhecimento da sociedade de que esse tipo de discriminação fere os direitos humanos e uma maior disposição para denunciar.

Com a implantação da medida, ao atender uma vítima de violência associada à homofobia, o profissional de saúde deve identificar na ficha de atendimento do SUS o nome social do paciente (se houver), sua identidade de gênero e orientação sexual. “Isso vai nos ajudar bastante para o próximo relatório, pois também teremos dados mais claros sobre mortes violentas. Muitas vezes, os profissionais de saúde não sabem ou têm receio de perguntar à família sobre questões relativas à sexualidade da vítima”, afirma o coordenador-geral de Promoção dos Direitos LGBT da Secretaria, Gustavo Bernardes.

O Sindypsi-PR vem atuando em defesa dos direitos da população LGBT, participando e promovendo eventos sobre a temática, como no seminário “Psicologia e Diversidade Sexual – Construção de práticas emancipatórias e de enfrentamento à LGBTfobia”, debates sobre violência de gênero e violência contra a mulher e na luta contra o projeto de lei que foi conhecido por “Cura Gay”.

O sindicato constrói e apoia o Janeiro Lilás – mês de mobilização para a Visibilidade Trans, que tem como data comemorativa no Brasil o dia 29 de janeiro.

Psicóloga/o, acompanhe as ações deste mês e participe desta mobilização conosco! Acesse  https://www.facebook.com/janeirolilas e apoie esta luta. Mais informações serão divulgadas no site do Sindypsi.

*Com informações de Agência de Notícias da Aids