Abertas as inscrições para o IV Congresso Brasileiro de Psicologia

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congresso

Já estão abertas as inscrições para o IV Congresso Brasileiro da Psicologia: Ciência e Profissão  (CBP) , que será realizado de 19 a 23 de novembro, em São Paulo (SP). A 4ª edição do Congresso, organizado pelo Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira (FENPB), do qual o Conselho Federal de Psicologia faz parte, tem o objetivo de mostrar, discutir e refletir os impactos da Psicologia na sociedade brasileira e repensar  a ciência e a profissão.

Neste ano, o tema do evento será “Os impactos da Psicologia na sociedade brasileira: a política da Ciência e da Profissão”. Para discuti-lo em seus diferentes aspectos, foram criados três eixos temáticos que contemplam os principais debates. São eles:

Eixo I: Psicologia e Sustentabilidade: cidadania, diversidade e modelos sociais

Eixo II: Psicologia, formação e práticas profissionais na construção de projetos ético-políticos

Eixo III: Psicologia e Políticas Públicas no enfrentamento das desigualdades sociais

Durante os quatro dias do IV CBP, diversas atividades serão realizadas para promover a discussão do tema. É o caso de minicursos, mesas redondas, simpósios, conferências e apresentação de pôsteres. Há ainda propostas de discussões mais informais, como é  o caso da atividade “Conversando sobre…” e dos relatos de experiência profissionais sobre um determinado processo de trabalho, na atividade chamada  “Como eu faço”.

A programação inicial está disponível no site do evento.

 

Serviço:

 IV Congresso Brasileiro da Psicologia

Data: 19 a 23 de novembro de 2014

Local: UNINOVE – Campus Memorial, Av. Dr. Adolfo Pinto, 109 – Barra Funda –  São Paulo (SP)

Inscrições: http://www.cienciaeprofissao.com.br/inscricoes/. O valor inicial das inscrições para profissionais, profissionais filiados ao FENPB ou estudantes de graduação é de R$ 350, R$ 280 e R$ 120, respectivamente, podendo ser parcelados em até três vezes. Este valor é válido até o dia 24 de junho.

 

Fonte: CFP

Abertas as inscrições para o IV Congresso Brasileiro de Psicologia

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Já estão abertas as inscrições para o IV Congresso Brasileiro da Psicologia: Ciência e Profissão  (CBP) , que será realizado de 19 a 23 de novembro, em São Paulo (SP). A 4ª edição do Congresso, organizado pelo Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira (FENPB), do qual o Conselho Federal de Psicologia faz parte, tem o objetivo de mostrar, discutir e refletir os impactos da Psicologia na sociedade brasileira e repensar  a ciência e a profissão.

Neste ano, o tema do evento será “Os impactos da Psicologia na sociedade brasileira: a política da Ciência e da Profissão”. Para discuti-lo em seus diferentes aspectos, foram criados três eixos temáticos que contemplam os principais debates. São eles:

Eixo I: Psicologia e Sustentabilidade: cidadania, diversidade e modelos sociais

Eixo II: Psicologia, formação e práticas profissionais na construção de projetos ético-políticos

Eixo III: Psicologia e Políticas Públicas no enfrentamento das desigualdades sociais

Durante os quatro dias do IV CBP, diversas atividades serão realizadas para promover a discussão do tema. É o caso de minicursos, mesas redondas, simpósios, conferências e apresentação de pôsteres. Há ainda propostas de discussões mais informais, como é  o caso da atividade “Conversando sobre…” e dos relatos de experiência profissionais sobre um determinado processo de trabalho, na atividade chamada  “Como eu faço”.

A programação inicial está disponível no site do evento.

 

Serviço:

 IV Congresso Brasileiro da Psicologia

Data: 19 a 23 de novembro de 2014

Local: UNINOVE – Campus Memorial, Av. Dr. Adolfo Pinto, 109 – Barra Funda –  São Paulo (SP)

Inscrições: http://www.cienciaeprofissao.com.br/inscricoes/. O valor inicial das inscrições para profissionais, profissionais filiados ao FENPB ou estudantes de graduação é de R$ 350, R$ 280 e R$ 120, respectivamente, podendo ser parcelados em até três vezes. Este valor é válido até o dia 24 de junho.

 

Fonte: CFP

Senadores rejeitam redução da maioridade penal

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Menores-na-Febem-Tatuapé_Nair-Benedicto_N-Imagens

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado rejeitou a Proposta de Emenda Constitucional 33/12, que previa a redução da idade penal de 18 para 16 anos. A votação, que venceu por 11 votos a 8, ocorreu na manhã desta quarta-feira (19/2), em Brasília.

A PEC, de autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), permitiria ao Judiciário condenar à prisão jovens maiores de 16 anos de idade responsáveis por crimes hediondos, como homicídio qualificado, de tráfico ilícito de entorpecentes, tortura, terrorismo, sequestro e estupro. O cumprimento das penas seria equivalente ao dos adultos.

A proposta estabelecia como competência privativa do Ministério Público especializado nas áreas de infância e adolescência o oferecimento de denúncia, após análise técnica das circunstâncias psicológicas e sociais que envolvem o crime.

Para a presidente do Conselho Federal de Psicologia, Mariza Borges, “a rejeição a PEC abre uma janela de oportunidade para que as causas reais da violência sejam estudadas e para o desenvolvimento de políticas efetivas para a sua redução. Acreditar que a redução da idade penal é uma solução para reduzir a violência é uma forma de desviar a atenção do problema e deixá-lo sem solução.”

Psicologia ativa

As implicações da redução da idade penal no Brasil é um tema que a Psicologia trabalha desde 2007. As contribuições da atividade como ciência e profissão na construção do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e do Sistema Nacional Socioeducativo (SINASE) refletem a compreensão de que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos em condição peculiar de desenvolvimento.

 

Fonte: CFP

Senadores rejeitam redução da maioridade penal

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Menores-na-Febem-Tatuapé_Nair-Benedicto_N-Imagens

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado rejeitou a Proposta de Emenda Constitucional 33/12, que previa a redução da idade penal de 18 para 16 anos. A votação, que venceu por 11 votos a 8, ocorreu na manhã desta quarta-feira (19/2), em Brasília.

A PEC, de autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), permitiria ao Judiciário condenar à prisão jovens maiores de 16 anos de idade responsáveis por crimes hediondos, como homicídio qualificado, de tráfico ilícito de entorpecentes, tortura, terrorismo, sequestro e estupro. O cumprimento das penas seria equivalente ao dos adultos.

A proposta estabelecia como competência privativa do Ministério Público especializado nas áreas de infância e adolescência o oferecimento de denúncia, após análise técnica das circunstâncias psicológicas e sociais que envolvem o crime.

Para a presidente do Conselho Federal de Psicologia, Mariza Borges, “a rejeição a PEC abre uma janela de oportunidade para que as causas reais da violência sejam estudadas e para o desenvolvimento de políticas efetivas para a sua redução. Acreditar que a redução da idade penal é uma solução para reduzir a violência é uma forma de desviar a atenção do problema e deixá-lo sem solução.”

Psicologia ativa

As implicações da redução da idade penal no Brasil é um tema que a Psicologia trabalha desde 2007. As contribuições da atividade como ciência e profissão na construção do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e do Sistema Nacional Socioeducativo (SINASE) refletem a compreensão de que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos em condição peculiar de desenvolvimento.

 

Fonte: CFP

Conselho Estadual de Saúde não aprova o PL 726

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Foto Thiago

A reunião do Conselho Estadual de Saúde (CES), que aconteceu no dia 13 de Fevereiro, pretendia debater e deliberar sobre o PL 726, projeto que cria a FUNEAS, uma Fundação Estatal de Direito Privado.

A reunião foi marcada pelos ânimos acirrados, muita divergência e protestos de trabalhadores e usuários da saúde pública. O governo estadual, representado pelos gestores da Secretaria de Saúde (SESA), tentou a todo o momento manipular a opinião dos conselheiros de saúde e, até o último momento, manobrou pela aprovação favorável à criação da Fundação Privada.

Depois da tentativa frustrada de aprovar o PL às pressas na Assembleia Legislativa, o governo estadual tentou impor a votação à “toque de caixa” também ao CES. No entanto, os conselheiros trabalhadores e usuários não se curvaram e o projeto será novamente debatido na próxima sessão do conselho.

O Sindypsi esteve presente na reunião do CES e manifestou sua contrariedade à privatização da saúde pública estadual. “Aqui entre nós não existem divergências de interpretação. Alguns dizem que não é privatização, outros dizem que sim. Alguns dizem que é semelhante às OS’s, outros dizem que não. Discordo dos que dizem que trata-se de uma diferença de interpretação. Entre nós, na verdade, existe uma diferença de interesses. Sabemos que o Estado do Paraná está quebrado. Isso tem sido noticiado em todos os jornais. O único interesse do governo estadual é diminuir os gastos com a saúde, por isso a intenção de criar a Fundação Privada”, argumentou Thiago Bagatin, presidente do Sindypsi, em sua fala aos conselheiros.

A luta ainda não acabou. Até aqui os trabalhadores e usuários do SUS, representados por diversas entidades, sindicatos, conselhos e fóruns, estão obtendo êxito e vêm impedindo a privatização da saúde. Porém, a mobilização precisa continuar. A próxima sessão do CES deve debater novamente e deliberar uma posição sobre o assunto.

Envie sua moção de repúdio à Fundação Privada aos conselheiros de saúde. Clique aqui para baixar os contatos dos integrantes do CES.

Clique aqui e saiba mais sobre o PL 726.

Conselho Estadual de Saúde não aprova o PL 726

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Foto Thiago

A reunião do Conselho Estadual de Saúde (CES), que aconteceu no dia 13 de Fevereiro, pretendia debater e deliberar sobre o PL 726, projeto que cria a FUNEAS, uma Fundação Estatal de Direito Privado.

A reunião foi marcada pelos ânimos acirrados, muita divergência e protestos de trabalhadores e usuários da saúde pública. O governo estadual, representado pelos gestores da Secretaria de Saúde (SESA), tentou a todo o momento manipular a opinião dos conselheiros de saúde e, até o último momento, manobrou pela aprovação favorável à criação da Fundação Privada.

Depois da tentativa frustrada de aprovar o PL às pressas na Assembleia Legislativa, o governo estadual tentou impor a votação à “toque de caixa” também ao CES. No entanto, os conselheiros trabalhadores e usuários não se curvaram e o projeto será novamente debatido na próxima sessão do conselho.

O Sindypsi esteve presente na reunião do CES e manifestou sua contrariedade à privatização da saúde pública estadual. “Aqui entre nós não existem divergências de interpretação. Alguns dizem que não é privatização, outros dizem que sim. Alguns dizem que é semelhante às OS’s, outros dizem que não. Discordo dos que dizem que trata-se de uma diferença de interpretação. Entre nós, na verdade, existe uma diferença de interesses. Sabemos que o Estado do Paraná está quebrado. Isso tem sido noticiado em todos os jornais. O único interesse do governo estadual é diminuir os gastos com a saúde, por isso a intenção de criar a Fundação Privada”, argumentou Thiago Bagatin, presidente do Sindypsi, em sua fala aos conselheiros.

A luta ainda não acabou. Até aqui os trabalhadores e usuários do SUS, representados por diversas entidades, sindicatos, conselhos e fóruns, estão obtendo êxito e vêm impedindo a privatização da saúde. Porém, a mobilização precisa continuar. A próxima sessão do CES deve debater novamente e deliberar uma posição sobre o assunto.

Envie sua moção de repúdio à Fundação Privada aos conselheiros de saúde. Clique aqui para baixar os contatos dos integrantes do CES.

Clique aqui e saiba mais sobre o PL 726.

Vitória dos/as trabalhadores/as no CHR em Curitiba

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chrmeiodamateria2

Após dois dias de mobilizações e um dia de paralisação geral, trabalhadores do Centro Hospitalar de Reabilitação (CHR) Ana Carolina Moura Xavier tiveram o salário depositado em suas contas.

Os trabalhadores do CHR Ana Carolina Moura Xavier, no bairro Cabral em Curitiba realizaram nesta semana uma série de mobilizações reivindicando melhorias nas condições de trabalho e acerto dos salários. Há constantes atrasos no pagamento desde 2012.

Este Centro de Reabilitação é hospital público que teve a gestão repassada à Associação Paranaense de Reabilitação (APR), uma ONG, entidade de direito privado. A gestão por meio da APR tem prejudicado o trabalho no Hospital, por não garantir as condições de trabalho adequadas aos profissionais.

As mobilizações começaram na segunda-feira, dia 10 de fevereiro e além dos trabalhadores do CHR aderiram também às mobilizações trabalhadores de outros contratos da APR. Sem resultado nos dois primeiros dias de mobilizações, os trabalhadores optaram no terceiro dia pela paralisação geral das atividades no CHR. No mesmo dia foi depositado o salário dos/as trabalhadores/as.

O Sindypsi-PR apoiou os/as psicólogos/as e demais trabalhadores/as do CHR, em conjunto com o Sindicato dos Fonoaudiólogos do Estado do Paraná, o Sindicato dos Nutricionistas do Paraná e o Sindsaúde-PR.
Parabenizamos os trabalhadores pela luta e pela conquista do direito e continuaremos a acompanhar o caso.

Vitória dos/as trabalhadores/as no CHR em Curitiba

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Após dois dias de mobilizações e um dia de paralisação geral, trabalhadores do Centro Hospitalar de Reabilitação (CHR) Ana Carolina Moura Xavier tiveram o salário depositado em suas contas.

Os trabalhadores do CHR Ana Carolina Moura Xavier, no bairro Cabral em Curitiba realizaram nesta semana uma série de mobilizações reivindicando melhorias nas condições de trabalho e acerto dos salários. Há constantes atrasos no pagamento desde 2012.

Este Centro de Reabilitação é hospital público que teve a gestão repassada à Associação Paranaense de Reabilitação (APR), uma ONG, entidade de direito privado. A gestão por meio da APR tem prejudicado o trabalho no Hospital, por não garantir as condições de trabalho adequadas aos profissionais.

As mobilizações começaram na segunda-feira, dia 10 de fevereiro e além dos trabalhadores do CHR aderiram também às mobilizações trabalhadores de outros contratos da APR. Sem resultado nos dois primeiros dias de mobilizações, os trabalhadores optaram no terceiro dia pela paralisação geral das atividades no CHR. No mesmo dia foi depositado o salário dos/as trabalhadores/as.

O Sindypsi-PR apoiou os/as psicólogos/as e demais trabalhadores/as do CHR, em conjunto com o Sindicato dos Fonoaudiólogos do Estado do Paraná, o Sindicato dos Nutricionistas do Paraná e o Sindsaúde-PR.
Parabenizamos os trabalhadores pela luta e pela conquista do direito e continuaremos a acompanhar o caso.

É hora de fazer peso! Contra a Privatização da Saúde no Paraná

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mobilizacao

O Sindypsi convida a todos os/as psicólogos/as a lutar pelo SUS constitucional, comparecendo nesta quinta-feira, dia 13 de fevereiro, à reunião do Conselho Estadual de Saúde do Paraná (CES-PR) e pressionando contra o Projeto de Lei nº 726/2013. A reunião ocorre das 8h30 às 18h no Auditório da SESA – Rua Piquiri, nº 170, Rebouças – Curitiba.

O PL 726 prevê que as atuais unidades próprias da Secretaria Estadual de Saúde vão, mediante contrato de gestão, ser administradas por uma Fundação de direito privado – a Fundação Estatal de Saúde do Estado – Funeas. Esta Fundação teria então liberdade para contratar servidores via CLT e a Saúde Pública no Paraná passaria a ser gerida não mais pelo Estado e sim por uma instituição privada.

A Secretaria de Saúde se transformaria em mera gestora de contratos, ficando na mãos dos empresários da saúde as decisões sobre as políticas do setor. Entregar os direitos da população brasileira à iniciativa privada irá precarizar o atendimento aos cidadãos/ãs e a atuação dos/as trabalhadores/as.

A reunião do CES será aberta.

Faça parte da mobilização contra a privatização da saúde: Compareça à reunião do CES-PR e ajude na mobilização contra o PL 726/2013.

 

1ª Reunião Extraordinária do CES-PR

Data: 13 de Fevereiro

Horário: 8h30 às 18h

Local: Auditório da SESA – Rua Piquiri, nº 170, Rebouças – Curitiba.

Hospital Público faz mobilização pedindo mais valorização profissional

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O Sindypsi-PR em conjunto com Sindicato dos Fonoaudiólogos do Estado do Paraná, Sindicato dos Nutricionistas do Paraná e Sindsaúde-PR tem articulado e apoiado as mobilizações dos trabalhadores do Centro Hospitalar de Reabilitação (CHR) Ana Carolina Moura Xavier, no bairro Cabral em Curitiba.

Os trabalhadores realizam nesta semana uma série de mobilizações reivindicando melhorias nas condições de trabalho e acerto dos salários. Há relatos de constantes atrasos no pagamento desde 2012.

O CHR é um hospital público que teve a gestão repassada à Associação Paranaense de Reabilitação (APR), uma ONG, entidade de direito privado. A gestão por meio da APR, segundo sindicatos das categorias profissionais da área da saúde, tem prejudicado o trabalho no Hospital, por não garantir as condições de trabalho adequadas aos profissionais.

Confira algumas matérias veiculadas na mídia:

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/723866/?noticia=HOSPITAL+ATRASA+SALARIOS+E+FUNCIONARIOS+PROTESTAM

http://www.bemparana.com.br/noticia/303727/hospital-publico-faz-mobilizacao-pedindo-mais-valorizacao-profissional

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(foto em destaque reproduzida do site Paraná Online)