Carta do Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do adolescente

0

O Sindypsi divulga a carta do Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do adolescente (Fórum DCA/PR), a qual relata uma série de descasos e falhas do governo estadual na execução das políticas voltadas a crianças e adolescentes. O Sindypsi também é subscritor da carta. Confira:

“Qual é a prioridade da criança e do adolescente para o governo do Paraná?

O Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fórum DCA/PR), espaço democrático de caráter permanente da sociedade civil que tem como missão garantir a efetivação dos direitos de crianças e adolescentes, vem a público manifestar sua preocupação quanto à condução das políticas relacionadas à infância e à adolescência pelo governo do Paraná.

A Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Constituição Estadual estabelecem como prioridade absoluta a efetivação dos direitos das crianças e adolescentes, o que compreende a primazia de atendimento, preferência na formulação e execução de políticas públicas e destinação privilegiada de recursos. No entanto, vivenciamos um contexto em que não apenas o direito à educação vem sendo negligenciado – a importante greve dos servidores e servidoras evidenciou diversos problemas enfrentados na área –, mas o descaso atinge também os demais direitos.

Para começar, o governo “transferiu para data indefinida” a primeira reunião do ano do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA), colegiado com participação da sociedade civil responsável pela formulação, deliberação e controle das políticas deste segmento. A decisão foi unilateral, desrespeitando o Regimento Interno do CEDCA, que exige a concordância de 2/3 dos membros para que uma reunião ordinária seja transferida ou cancelada, por motivo justificado. O governo se limitou a comunicar às/aos conselheiras/os, por correio eletrônico, e não teve o cuidado de prestar informações ao restante da sociedade no site do órgão. Ainda não há nenhuma perspectiva sobre a realização da reunião.

No final de 2014, o governo também defendeu e conseguiu aprovar a extinção da Comissão Estadual de Enfrentamento às Violências contra Crianças e Adolescentes e da Comissão Estadual de Convivência Familiar e Comunitária, as quais tinham o papel de propor e monitorar as ações das diferentes Secretarias e entidades nesses temas.

Outro problema está na execução do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA), que deve ter caráter complementar ao orçamento público, viabilizando ações especiais e inovadoras para a proteção dos direitos humanos de crianças e adolescentes. O CEDCA delibera sobre a destinação dos recursos e o governo é responsável por sua administração, formalização de convênios com entidades e municípios e acompanhamento dos projetos. O FIA do Paraná dispõe de mais recursos do que o dos outros estados, o que leva a população a pensar que estaríamos em situação de vanguarda. Porém, menos de 6% do valor disponível em 2014 foi efetivamente aplicado, segundo o último balancete publicado no site do CEDCA. Além das dificuldades de estrutura apontadas pelos técnicos do governo para operacionalização do FIA, as razões da não aplicação não ficam claras.

E este cenário já vinha sendo anunciado, pois o governador Beto Richa, no início de sua primeira gestão, extinguiu a então Secretaria de Estado da Criança e da Juventude (SECJ), transformando-a em Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social (SEDS) por meio da Lei Estadual nº 16.840/2011, apesar das manifestações contrárias de diversos órgãos e profissionais da área, repercutidas em matérias e editoriais na mídia. Desse modo, a atenção à criança e ao adolescente, que contava com uma Secretaria específica, com equipe exclusiva e especializada, foi incorporada em uma pasta com foco na política de Assistência Social, sob o argumento de que o lugar da criança era na família.

Agora, com a Lei Estadual nº 18.374/2014, a “Família” se tornou “Trabalho” e a atenção à criança e ao adolescente foi ainda mais diluída, junto com as políticas da mulher, da pessoa idosa, das pessoas com deficiência e de geração de trabalho, emprego e renda. A nova Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social ainda não publicizou como se organizará internamente, de modo que não é possível saber se há impacto no quadro de profissionais que se dedicam à política da criança e do adolescente. No entanto, reuniões já precisaram ser canceladas por conflito de agenda, com servidores tendo que se dividir entre as diferentes áreas, o que é mais um sinal de alerta. Gostaríamos de perguntar então, agora, onde é o lugar da criança neste Estado?

Diante de tal contexto, o Fórum DCA/PR chama a atenção da sociedade paranaense e dos órgãos responsáveis, reforçando a necessidade de participação, transparência, acesso às informações, agilidade na aplicação de recursos e cumprimento da legislação, tendo em vista a prioridade absoluta e a urgência na efetivação dos direitos humanos de crianças e adolescentes – elas e eles não podem esperar.”

Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fórum DCA/PR).

Mensagem do Sindypsi PR frente a manutenção do veto das 30 horas

0

manutenção
Foi mantido o veto 31 da Presidência da República ao Projeto de Lei 3.338/08, que propunha a regulamentação da jornada de trabalho dos psicólogos em 30 horas semanais. Assistimos, nessa sessão conjunta do Congresso Nacional, a um dos episódios mais lamentáveis de desconsideração dos nossos parlamentares para com a nossa categoria.

O quórum do plenário chegou a ser atingido, mas o esvaziamento da sessão contribuiu diretamente para que o veto ao PL das 30 horas fosse mantido. Foram registrados 95 votos pela derrubada do veto e 200 a favor da manutenção.
Precisávamos de 257 deputados do nosso lado, mas o painel de votação foi aberto quando pouco mais de 300 votos tinham sido computados, num claro golpe ao processo político de pressão que estamos construindo há sete anos, desde que o PL das 30 horas entrou em tramitação.

O que ganhamos com isso? A certeza de que estamos mais unidos que nunca na luta por mais direitos. A tarefa é árdua, cansativa, mas só a nossa mobilização garantirá mais qualidade de vida aos trabalhadores, trabalhadoras e a toda a população. Se aquele espaço não representa as necessidades dos trabalhadores, devemos gritar cada vez mais alto as nossas reivindicações.

O Sindypsi PR agradece e parabeniza a todos e todas que, bravamente, lutaram para que a nossa saúde pública recebesse o devido respeito e valorização. Estaremos ao lado dos psicólogos e psicólogas que promovem a saúde da população brasileira. A nossa luta não acaba aqui!

Estamos mapeando quais deputados, deputadas, senadores e senadoras votaram ao nosso favor. Em breve, publicaremos a lista dos inimigos dos psicólogos e psicólogas do Brasil, que esvaziaram a sessão do Congresso Nacional para que o nosso PL não fosse aprovado.

SE ESTAMOS UNIDOS, SOMOS SEMPRE VITORIOSOS!
SÓ A LUTA MUDA A VIDA!

Mensagem do Sindypsi PR frente a manutenção do veto das 30 horas

0

manutenção
Foi mantido o veto 31 da Presidência da República ao Projeto de Lei 3.338/08, que propunha a regulamentação da jornada de trabalho dos psicólogos em 30 horas semanais. Assistimos, nessa sessão conjunta do Congresso Nacional, a um dos episódios mais lamentáveis de desconsideração dos nossos parlamentares para com a nossa categoria.

O quórum do plenário chegou a ser atingido, mas o esvaziamento da sessão contribuiu diretamente para que o veto ao PL das 30 horas fosse mantido. Foram registrados 95 votos pela derrubada do veto e 200 a favor da manutenção.
Precisávamos de 257 deputados do nosso lado, mas o painel de votação foi aberto quando pouco mais de 300 votos tinham sido computados, num claro golpe ao processo político de pressão que estamos construindo há sete anos, desde que o PL das 30 horas entrou em tramitação.

O que ganhamos com isso? A certeza de que estamos mais unidos que nunca na luta por mais direitos. A tarefa é árdua, cansativa, mas só a nossa mobilização garantirá mais qualidade de vida aos trabalhadores, trabalhadoras e a toda a população. Se aquele espaço não representa as necessidades dos trabalhadores, devemos gritar cada vez mais alto as nossas reivindicações.

O Sindypsi PR agradece e parabeniza a todos e todas que, bravamente, lutaram para que a nossa saúde pública recebesse o devido respeito e valorização. Estaremos ao lado dos psicólogos e psicólogas que promovem a saúde da população brasileira. A nossa luta não acaba aqui!

Estamos mapeando quais deputados, deputadas, senadores e senadoras votaram ao nosso favor. Em breve, publicaremos a lista dos inimigos dos psicólogos e psicólogas do Brasil, que esvaziaram a sessão do Congresso Nacional para que o nosso PL não fosse aprovado.

SE ESTAMOS UNIDOS, SOMOS SEMPRE VITORIOSOS!
SÓ A LUTA MUDA A VIDA!

Confira programação do Encontro Paranaense pelo Direito à Comunicação

0

Saiu a programação do Encontro Paranaense pelo Direito à Comunicação (EPDC), que acontecerá no dia 14 de março em Curitiba. O evento é realizado pela Frentex-PR, a Frente Paranaense pelo Direito à Comunicação e Liberdade de Expressão. O Encontro serve como evento preparatório para o Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação, que acontece em abril em Belo Horizonte-MG. O intuito é instrumentalizar os/as participantes, mobilizar militantes de todo o estado em torno da bandeira e pautar a democratização da comunicação junto aos demais movimentos.

As inscrições são gratuitas! Clique aqui.

Confira a Programação:

9h – Abertura

9h30 – Painel: a luta pela direito à comunicação no Paraná, no Brasil e no Mundo.
Bia Barbosa, integrante do Intervozes e da coordenação nacional do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.
João Paulo Mehl, integrante do Coletivo Soylocoporti e da Frentex-PR
Ayoub Hanna, Coordenador do Colegiado do Curso de Jornalismo da UEL e Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Norte do Paraná.

10h30 – Debate em plenária

12h – Almoço

13h – Ação direta na rua

14h – Grupos de debate por temas:

**Audiovisual e a representação das identidades regionais e locais
>> Mediação: Francielly Hellena Camilo e Nelson Settanni, da Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – Avecp; e Ulisses Galetto, integrante da Frente Acorda Curitiba Cultura.

**Comunicação pública no Paraná e no Brasil
>> Mediação: Pedro Carrano, do Sindicato de Jornalistas do Paraná – Sindijor/PR; e Daniel Mittelbach, da CUT/PR e da TV Comunitária de Curitiba.

**Comunicação popular, comunitária e educomunicação
>> Mediação: Riquieli Capitani, integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST; Diego Silva, integrante do Coletivo Parafuso Educomunicação; e Camilla Hoshino, do Levante Popular da Juventude.

**Mídia e Direitos Humanos
>> Mediação: Albana Balestra, mestre em direito pela UFPR; Anderson Moreira, jornalista da Plataforma de Direitos Humanos; e Ana Paula Salamon, integrante da Frentex-PR.

**Marco Civil da Internet e o futuro da internet no Brasil
>> Mediação: Micheli Torinelli, midiativista e integrante do Coletivo Soylocoporti; e Sérgio Bertoni, integrante do Blogosfero e ParanáBlogs.

Obs: ficará aberta a possibilidade de formação de novos grupos de debate, desde que sejam inscritos até o encerramento das atividades da manhã.

17h – Debate e encaminhamentos.

19h – Confraternização.
Bar Brancaleone (antigo Parangolé) – Rua Benjamin Constant, 400

Clique aqui e saiba mais o Encontro Paranaense pelo Direito à Comunicação.

Confira evento no Facebook!

Fonte: Frentex-PR

PL inclui feminicídio entre os homicídios qualificados

0

Recentemente houve a aprovação do Projeto de Lei 8305/14 pelo Plenário da Câmara dos Deputados, que muda o Código Penal incluindo entre os tipos de homicídio qualificado o feminicídio, definido como o assassinato de mulher em razão de sua condição de sexo feminino. A matéria será enviada à sanção presidencial.

Segundo a proposta, será feminicídio quando o homicídio envolver violência doméstica e familiar ou menosprezo e discriminação contra a condição de mulher. A pena prevista para homicídio qualificado é de reclusão de 12 a 30 anos. De acordo com o PL o crime ainda será considerado hediondo, ou seja, o condenado deverá cumprir um tempo maior da pena no regime fechado para tentar o regime semiaberto ou aberto. Infelizmente o projeto poderia ser ainda mais efetivo: pela ação coordenada da bancada evangélica o artigo “gênero” foi trocado por “sexo”, uma vez que se compreendesse o “gênero feminino”, o Projeto também preveria punições em casos de homicídios de travestis e mulheres transexuais. Este golpe contou com o apoio do Dep. Eduardo Cunha (PMDB) e demonstra a barbárie transfóbica da ‘bancada da fé’.

Os números da violência contra a mulher ainda crescem e assustam. Entre 2000 e 2010, 43,7 mil mulheres no Brasil foram assassinadas, e 41% delas foram mortas em suas próprias casas, muitas por companheiros ou ex-companheiros. Outros dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) divulgados nesta sexta-feira (6) também chocam. As denúncias de violência sexual contra a mulher (estupros, assédios e exploração sexual) cresceram 20% em 2014, quando comparadas ao ano anterior. Em média, foram registrados quatro atendimentos dessas denúncias por dia por meio da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.

 Paraná

No Paraná, 5 mil casos de violência contra mulheres foram registrados no último semestre de 2014- em uma média de 27 agressões por dia. Os dados são do cadastro unificado do Ministério Público do Paraná, que reúne informações de inquéritos relacionados à Lei Maria da Penha, encaminhados às Promotorias de Justiça de todo o Estado. Há, ainda, os casos não notificados ou que não foram repassados ao MP-PR, porque se encontram em fase de investigação policial.

Dessas agressões, 55% foram praticadas por maridos ou companheiros e 24% por ex-maridos ou ex-companheiros. Além disso, 2.039 ocorrências foram classificadas como lesões decorrentes de violência doméstica, ou seja, envolvendo mulheres que foram agredidas dentro de suas próprias casas.

Mês da Mulher

O Dia Internacional da Mulher chegou neste ano em uma época de grandes lutas por direitos na educação, na saúde, e no transporte. Sabemos que as tentativas em retirar da população aquilo que é dela por direito afetam ainda mais a parcela social oprimida no Brasil, o que significa um assombroso retrocesso na busca por uma sociedade igualitária.

Para as mulheres, a situação é ainda mais complicada. Com menores salários, maiores jornadas e mais vulneráveis à violência, elas necessitam de políticas socias e da garantia de que seus direitos mais básicos não sejam destruídos.

Por esses acontecimentos devemos nos unir! O Sindypsi convida toda a categoria a lutar pelos direitos da mulher e participar dos eventos que marcarão este mês de março. Confira:

• Dias 3 a 27: O Sindijus-PR em parceria com o Sindicato dos Docentes da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (Sindutf-PR) irá promover atividades com o tema “Mulher e Tecnologia: avanços e desafios”. Palestras, mesas-redondas e bate-papos com pesquisadoras, escritoras e ativistas ligadas às questões de gênero serão feitos até o final de março. Clique aqui e confira a programação.

• Dias 7 e 9: Coletivos feministas de Curitiba e Região Metropolitana programaram duas caminhadas por mais Direitos das Mulheres. No sábado (7) a concentração será na Praça Santos Andrade, às 09h00. Na segunda-feira (9) a concentração começara às 10h00, na Praça da Mulher Nua.

Confira o evento no Facebook “Mais Direitos, nenhum a menos- Mulheres em movimento mudam o mundo!”.

Veja também o vídeo da vice-presidente do Sindypsi-PR, Renata Moraes, convidando a categoria a comparecer no ato do dia 07!

• Dia 9: A prefeitura da Curitiba, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, promove o seminário ‘Mais sobre a Saúde da Mulher’. No evento, que acontece das 9h às 17h, no Salão de Atos do Parque Barigui, haverá apresentações culturais, homenagens a mulheres trabalhadoras e uma mesa redonda. Na mesa, serão discutidos temas como parto humanizado, alimentação da mulher nas diferentes fases da vida, saúde sexual e direitos sexuais e reprodutivos das mulheres com deficiência, entre outros.

Saiba mais sobre o Seminário aqui!

• Dia 16: O Ministério Público do Paraná promoverá o seminário “Aspectos práticos do enfrentamento à violência de gênero: causas e origens da violência contra a mulher”. O evento será realizado das 8h30 às 12 horas no edifício-sede do Ministério Público do Paraná. Para participar basta preencher um formulário eletrônico disponível no site do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Clique aqui).

 

Fontes:

www.mppr.mp.br/

www.revistaforum.com.br/

sindijuspr.com.br/

www.gazetadopovo.com.br

 

Apoio psicológico como importante ferramenta na recuperação da mulher vítima de estupro

0

Para este 8 de março, o Sindypsi PR preparou uma entrevista com uma profissional que presta apoio a vítimas de estupro na capital paranaense.

Curso SUPERA está com inscrições abertas

0

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD, do Ministério da Justiça, está com inscrições abertas para o curso SUPERA (Sistema para detecção do Uso abusivo e dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve, Reinserção social e acompanhamento).

A oferta deste curso é parte integrante das atividades de prevenção da SENAD, que prevê, entre outras ações, ampla capacitação de profissionais das áreas de saúde, assistência social, justiça, segurança pública, conselheiros, educação lideranças comunitárias e religiosas.

O curso SUPERA é executado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP na modalidade de Educação a Distância – EaD. As edições anteriores já contaram com a participação de 35 mil profissionais da Rede Básica de Saúde e das Unidades de Referência para tratamento de usuários de crack, álcool e outras drogas em todo o País.

A atual edição oferece 30 mil vagas para capacitação de profissionais das áreas de saúde e assistência social, que receberão, após a conclusão do curso, certificado de extensão universitária, juntamente com um kit de instrumentos para detecção do uso de álcool e outras drogas. O objetivo é capacitar profissionais das áreas de saúde e assistência social para a correta identificação e abordagem dos usuários de álcool e/ou outras drogas, familiarizando-os com diferentes modelos de prevenção e instrumentalizando-os para trabalharem formas adequadas de intervenção e encaminhamento, respondendo às demandas existentes em seu cotidiano de trabalho, sempre em consonância com as orientações e diretrizes da Política Nacional sobre Drogas – PNAD e da Política Nacional sobre o Álcool – PNA.

Inscrições: http://www.supera.senad.gov.br/custom/sup8/inscricao.php

Fonte: www.supera.senad.gov.br

Reunião da Frentex avança nas discussões sobre democratização da mídia

0

Nesta quinta-feira (26), rolou bonito o bate-papo sobre o Direito Humano à Comunicação e o Projeto de Lei da Mídia Democrática. Cada um foi chegando aos poucos à sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba – Sismuc Sindicato para a conversa. Tinha gente de diferentes áreas, entidades e movimentos, com um só objetivo: discutir a democratização da mídia.

A cada encontro tem mais gente chegando e dando sua perspectiva do debate sobre democratização da mídia a partir dos seus locais de atuação. Como a Loa Campos, que integra a Frente Acorda Cultura Curitiba e destaca a importância de se discutir a diversidade cultural nos meios de comunicação. Ou como os professores da rede estadual de ensino Gizele Carneiro, Ricardo Wuicik e Marina Vale, que compareceram à conversa e compartilharam como está sendo percebida a cobertura da greve pela comunidade escolar.

Por coincidência, a emissora de televisão que pertence à família do deputado estadual e secretário de estado, Ratinho Júnior, é a que mais tem criticado o movimento grevista, que atualmente reúne não só professores e funcionários das escolas estaduais, mas diversas categorias de servidores públicos do Estado. O coronelismo eletrônico também é um dos pontos da pauta de luta pela democratização dos meios de comunicação.

A Albana Luna Balestra, formada em Direito pela Universidade Federal do Paraná, que falou sobre o direito à comunicação, deixou o recado: “Considerar a comunicação como um direito humano passa, necessariamente, pela concepção de que o ato de comunicar envolve a participação dos indivíduos no processo comunicativo, ou seja, nos atos de emitir, receber e processar mensagens. Assim, é fundamental a luta pela democratização dos meios de comunicação”.

Nos próximos dias, a Frentex segue firme na organização do Encontro Estadual pelo Direito à Comunicação, que ocorrerá em Curitiba no dia 14 de março.

O Sindypsi convida todos/as psicólogos/as a participarem do Encontro Estadual pelo Direito à Comunicação, assim como recomenda que a classe envolva-se na luta pela Democratização da Mídia. Acreditamos e defendemos que o acesso e a produção de comunicação são direitos humanos!

Confirme sua presença: http://senta.la/1pnpb

Faça sua inscrição: http://migre.me/oJs1G

Fonte: Facebook Frentex-PR

Sindypsi-PR entra com mandado de segurança para anular o aumento da passagem do ônibus em Curitiba

0

O Sindicato dos Psicólogos do Paraná impetrou em meados de fevereiro um mandado de segurança à Procuradoria-Geral do Município de Curitiba solicitando ajustes na tarifa do transporte público de Curitiba ou a revogação do aumento do bilhete. O Sindypsi PR questiona o fato da prefeitura estar lucrando R$0,12 por embarque. Isso se explica pela diferença entre o preço da tarifa técnica, que é de R$3,18, e a tarifa cobrada da população, que é de R$3,30

Existe uma diferença entre o valor pago pelos usuários e o repassado pela Urbs para as empresas que operam a Rede Integrada de Transporte. O valor destinado às empresas é chamado de tarifa técnica e é pago por meio de subsídios municipais e estaduais. Atualmente, a tarifa técnica é de R$3,18 e a tarifa cobrada pelo usuário, R$3,30, fazendo com que a Prefeitura de Curitiba lucre R$0,12 por embarque.

O Sindypsi PR condena essa conduta. O transporte público deve ser compreendido como um direito da população e, por ser um serviço de suma importância, não deve gerar lucro para o Poder Público. Muitos psicólogos e psicólogas dependem do transporte público diariamente. O montante gasto mensalmente com o deslocamento (contando ida e volta nos dias úteis) é de R$145,20, quantia que corresponde a aproximadamente 10% da faixa salarial de grande parte da nossa categoria.

Apoiamos a luta contra o aumento da tarifa de ônibus e os movimentos sociais que trabalham para conquistar melhorias aos serviços públicos. Sendo assim, uma equipe do Sindypsi PR está participando da luta por um transporte público justo e de qualidade. A melhoria dos serviços impacta diretamente na qualidade de vida de todos os trabalhadores e, por isso, não deve ser fonte de lucro.

Em breve teremos mais informações sobre o decorrer do processo.

A reta final da luta pelas 30 horas

0

Em novembro, a Presidência da República vetou integralmente o Projeto de Lei 3.338/08, que reduz a carga horária semanal de psicólogos e psicólogas do Brasil para no máximo 30 horas semanais. Essa decisão desrespeita importantes recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Para essas instituições, os trabalhadores e as trabalhadoras da saúde não devem se expor a jornadas maiores que 30 horas semanais por conta das situações de estresse e insalubridade a que são submetidos.

Frente a esse desrespeito do governo federal para com a categoria dos psicólogos, a ração do Sindypsi PR foi a de articular, entre deputados e senadores, a derrubada do veto da Presidência da República ao nosso Projeto de Lei. Angariamos apoio dos deputados do Paraná e, na última terça-feira (24), fomos a Brasília para percorrer gabinete por gabinete em busca de apoios.

O cenário é otimista, mas o resultado final somente virá à tona na próxima terça-feira (3), quando o Congresso Nacional decidirá pela manutenção ou pela derrubada do veto 31. Confira abaixo o nome dos deputados que apoiam a nossa causa. Precisamos dos votos de 257 deputados e 41 senadores. Se todos os deputados e senadores votarem de acordo com a indicação de suas lideranças e respeitaram os apoios que declararam à nossa categoria, a lista que temos até agora é a seguinte:

DEPUTADOS
1. ALICE PORTUGAL PCdoB/BA
2. ALIEL MACHADO PCdoB/PR
3. CARLOS EDUARDO CADOCA PCdoB/PE
4. CHICO LOPES PCdoB/CE
5. DANIEL ALMEIDAPCdoB/BA
6. DAVIDSON MAGALHÃES PCdoB/BA
7. JANDIRA FEGHALI PCdoB/RJ
8. JÔ MORAES PCdoB/MG
9. JOÃO DERLY PCdoB/RS
10. LUCIANA SANTOS PCdoB/PE
11. ORLANDO SILVA PCdoB/SP
12. RUBENS PEREIRA JÚNIOR PCdoB/MA
13. WADSON RIBEIRO PCdoB/MG
14. ABEL MESQUITA JR. PDT/RR
15. AFONSO MOTTA PDT/RS
16. ANDRÉ FIGUEIREDO PDT/CE
17. DAGOBERTO PDT/MS
18. DAMIÃO FELICIANO PDT/PB
19. DEOCLIDES MACEDO PDT/MA
20. FÉLIX MENDONÇA JÚNIOR PDT/BA
21. FLÁVIA MORAIS PDT/GO
22. GIOVANI CHERINI PDT/RS
23. MAJOR OLIMPIO GOMES PDT/SP
24. MARCELO MATOS PDT/RJ
25. MARCOS ROGÉRIO PDT/RO
26. MÁRIO HERINGER PDT/MG
27. POMPEO DE MATTOS PDT/RS
28. ROBERTO GÓES PDT/AP
29. RONALDO LESSA PDT/AL
30. SERGIO VIDIGALPDT/ES
31. SUBTENENTE GONZAGA PDT/MG
32. WEVERTON ROCHA PDT/MA
33. WOLNEY QUEIROZ PDT/PE
34. ADEMIR CAMILO PROS/MG
35. ANTONIO BALHMANN PROS/CE
36. BETO SALAME PROS/PA
37. DOMINGOS NETO PROS/CE
38. DR. JORGE SILVA PROS/ES
39. GIVALDO CARIMBÃO PROS/AL
40. HUGO LEAL PROS/RJ
41. LEÔNIDAS CRISTINO PROS/CE
42. MIRO TEIXEIRA PROS/RJ
43. RAFAEL MOTTA PROS/RN
44. RONALDO FONSECA PROS/DF
45. VALTENIR PEREIRA PROS/MT
46. ALEXANDRE SERFIOTIS PSD/RJ
47. ÁTILA LINS PSD/AM
48. CESAR SOUZA PSD/SC
49. DANRLEI DE DEUS HINTERHOLZ PSD/RS
50. DELEGADO ÉDER MAURO PSD/PA
51. DIEGO ANDRADE PSD/MG
52. EVANDRO ROGERIO ROMAN PSD/PR
53. FÁBIO FARIA PSD/RN
54. FÁBIO MITIDIERI PSD/SE
55. FELIPE BORNIER PSD/RJ
56. FERNANDO TORRES PSD/BA
57. FRANCISCO CHAPADINHA PSD/PA
58. GOULART PSD/SP
59. HERCULANO PASSOS PSD/SP
60. HEULER CRUVINEL PSD/GO
61. INDIO DA COSTA PSD/RJ
62. IRAJÁ ABREU PSD/TO
63. JAIME MARTINS PSD/MG
64. JEFFERSON CAMPOS PSD/SP
65. JOÃO PAULO KLEINÜBING PSD/SC
66. JOÃO RODRIGUES PSD/SC
67. JOAQUIM PASSARINHO PSD/PA
68. JOSÉ CARLOS ARAÚJO PSD/BA
69. JOSÉ NUNES PSD/BA
70. JÚLIO CESAR PSD/PI
71. MARCOS MONTES PSD/MG
72. PAULO MAGALHÃES PSD/BA
73. RICARDO IZAR PSD/SP
74. ROGÉRIO ROSSO PSD/DF
75. RÔMULO GOUVEIA PSD/PB
76. SÉRGIO BRITO PSD/BA
77. SERGIO ZVEITER PSD/RJ
78. SILAS C MARAPSD/AM
79. SÓSTENES CAVALCANTE PSD/RJ
80. WALTER IHOSHI PSD/SP
81. ALEXANDRE BALDY PSDB/GO
82. ALFREDO KAEFER PSDB/PR
83. ANTONIO CARLOS MENDES THAME PSDB/SP
84. ANTONIO IMBASSAHY PSDB/BA
85. ARTHUR VIRGÍLIO BISNETO PSDB/AM
86. BETINHO GOMES PSDB/PE
87. BONIFÁCIO DE ANDRADA PSDB/MG
88. BRUNA FURLAN PSDB/SP
89. BRUNO ARAÚJO PSDB/PE
90. BRUNO COVAS PSDB/SP
91. CAIO NARCIO PSDB/MG
92. CARLOS SAMPAIO PSDB/SP
93. CÉLIO SILVEIRA PSDB/GO
94. DANIEL COELHO PSDB/PE
95. DELEGADO WALDIR PSDB/GO
96. DOMINGOS SÁVIO PSDB/MG
97. EDUARDO BARBOSA PSDB/MG
98. EDUARDO CURY PSDB/SP
99. FÁBIO SOUSA PSDB/GO
100. FLORIANO PESARO
101. GEOVANIA DE SÁ PSDB/SC
102. GIUSEPPE VECCI PSDB/GO
103. IZALCI PSDB/DF
104. JOÃO CAMPOS PSDB/GO
105. JOÃO CASTELO PSDB/MA
106. JOÃO GUALBERTO PSDB/BA
107. JOÃO PAULO PAPA PSDB/SP
108. JUTAHY JUNIOR PSDB/BA
109. LOBBE NETO PSDB/SP
110. LUIZ CARLOS HAULY PSDB/PR
111. MARA GABRILLI PSDB/SP
112. MARCO TEBALDI PSDB/SC –
113. MARCUS PESTANA PSDB/MG
114. MARIANA CARVALHO PSDB/RO
115. MAX FILHO PSDB/ES
116. MIGUEL HADDAD PSDB/SP
117. NELSON MARCHEZAN JUNIOR PSDB/RS
118. NILSON LEITÃO PSDB/MT
119. NILSON PINTO PSDB/PA
120. OTAVIO LEITE PSDB/RJ
121. PAULO ABI-ACKEL PSDB/MG
122. PEDRO CUNHA LIMA PSDB/PB
123. PEDRO VILELA PSDB/AL
124. RAIMUNDO GOMES DE MATOS PSDB/CE
125. RICARDO TRIPOLI PSDB/SP
126. RODRIGO DE CASTRO PSDB/MG
127. ROGÉRIO MARINHO PSDB/RN
128. ROSSONI PSDB/PR
129. SAMUEL MOREIRA PSDB/SP
130. SHÉRIDAN PSDB/RR
131. SILVIO TORRES PSDB/SP
132. VANDERLEI MACRIS PSDB/SP
133. VITOR LIPPI PSDB/SP
134. WHERLES ROCHA PSDB/AC
135. CABO DACIOLO PSOL/RJ
136. CHICO ALENCAR PSOL/RJ
137. EDMILSON RODRIGUES PSOL/PA
138. IVAN VALENTE PSOL/SP
139. JEAN WYLLYS PSOL/RJ
140. DILCEU SPERAFICO (PP/PR)
141. HERMES PARCIANELLO (PMDB/PR)
142. GIACOBO (PR/PR)
143. LUIZ NISHIMORI (PR/PR)
144. NELSON MEURER (PP/PR)
145. RUBENS BUENO (PPS/PR)
146. ASSIS DO COUTO (PT/PR)
147. DIEGO GARCIA (PHS/PR)
148. LEOPOLDO MEYER (PSB/PR)
149. CHRISTIANE YARED (PTN/PR)
150. ÉRIKA KOKAY (PT/DF)
151. KEIKO OTA (PSB/SP)
152. ALAN RICK (PRB/AC)
153. ZECA DO PT (PT/MS)
154. AUGUSTO CARVALHO (SD/DF)
155. ALCEU MOREIRA (PMDB/RS)
156. TIRIRICA (PR/SP)
157. MARCIVANIA FLEXA PT/AP
SENADORES
1. ÁLVARO DIAS (PSDB/PR)
2. VALDIR ROSSONI (PSDB/PR)
3. MARTA SUPLICY (PT/SP)
4. EDUARDO AMORIM (PSC/SE)
5. RANDOLFE RODRIGUES PSOL/AP
6. ALOYSIO NUNES PSDB/SP
7. ACIR GURGACZ PDT/RO
8. ANA AMÉLIA PP/RS
9. ANTONIO ANASTASIA PSDB/MG
10. BENEDITO DE LIRA PP/AL (LÍDER DO PP E ORIENTANDO PELA DERRUBADA)
11. DAVI ALCOLUMBRE DEM/A

Curta a página do Sindypsi PR no facebook
Acompanhe as notícias sobre o PL das 30 horas pela página Psicologia: 30 horas JÁ