77 é um número terrível do qual ninguém fala

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Em 77 países é crime ser gay. Se tivesse nascido em um desses lugares, você poderia ir pra cadeia ou até receber a pena de morte por amar quem ama e por ser quem é. No mundo todo, há milhões de pessoas que não concordam com isso – mas também há muita gente que não faz ideia de que, em tantos lugares, essa é a realidade de lésbicas, gays, bissexuais e também de pessoas trans.

Por isso, vamos transformar o número 77 no assunto do momento e todo mundo vai falar nele – desde amigos e familiares até colegas de trabalho e representantes do governo.

Como os membros da All Out são muitos (somos quase 2 milhões!), podemos fazer uma coisa simples, mas poderosíssima, para espalhar a notícia. A mídia e os caça-tendências vão se perguntar “O que é 77?” e se deparar com a resposta trágica e chocante.

Veja como vai funcionar:

1. Hoje: milhares de nós vamos compartilhar esta imagem no Facebook  basta abrir a imagem e clicar em ‘Compartilhar’:

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2. Hoje, mais tarde: encaminhamos essa mensagem para nossas amigas e amigos, explicando do que se trata. No mundo todo, o número 77 vai invadir a timeline das pessoas que conhecemos, sem nenhuma explicação. Se muitos de nós compartilharmos a imagem ao mesmo tempo, o que seria uma sexta-feira cheia de notícias comuns vai se transformar num grande mistério que todos vão querer resolver.

3. Sábado: você vai receber um e-mail com uma nova imagem, que também será postada por milhares de nós nas redes sociais. Esta nova imagem trará a resposta que queremos que o mundo todo saiba: Em 77 países é crime ser LGBT. Eu faço minha parte para zerar essa lista.

Essa estratégia simples pode garantir que, em vez de poucos jornalistas falando sobre o Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia, no sábado, noticiários do mundo mencionem o fato de 77 países colocarem as pessoas na cadeia por amar quem amam.

Ajude-nos a impulsionar essa campanha compartilhando a imagem agora. Clique aqui.

Os membros da All Out têm começado discussões importantes sobre os direitos das pessoas LGBT desde que nosso movimento surgiu. Recentemente, ajudamos a transformar a lei antigay da Rússia na principal notícia das Olimpíadas de Inverno em Sochi com uma série de ações, incluindo petições, vídeos e manifestações em mais de 35 cidades do mundo todo.

Ajude-nos a transformar o número 77 em um meme com uma missão! Clique aqui para fazer parte dessa campanha e chame suas amigas e amigos para se juntarem a nós.

Amanhã nos falaremos de novo quando enviarmos a próxima imagem!

Andre, Hayley, Leandro, Mike, Pablo, Ricardo, Sara e toda a equipe da All Out.
P.S.: A All Out fez uma parceria com o jornal britânico The Guardian para dar visibilidade a dados globais sobre os direitos de gays, lésbicas, bissexuais e pessoas trans. Uma ferramenta interativa com números impressionantes vai ser lançada nesse sábado. Isso quer dizer que, se espalharmos a notícia agora mesmo, haverá mais um recurso muito forte para apoiar nossa mensagem no momento exato. Compartilhe a imagem e fortaleça essa campanha.

P.S.2: Você também pode compartilhar o “77” no Twitter, Tumblr ou fazer o download da imagem para compartilhar onde mais quiser!

Dê uma força pra All Out
Não aceitamos recursos de governos ou empresas, o que garante que só nossos membros possam influenciar nossas ações. Nossa pequena equipe trabalha pra que cada doação realmente faça a diferença.
A All Out está mobilizando milhões de pessoas para construir um mundo onde ninguém precise sacrificar sua família ou liberdade, segurança ou dignidade, por ser quem é e amar quem ama.

Essa é uma campanha da Purpose Action, organização sem fins lucrativos, registrada na categoria 501(c)(4) da Receita Federal dos Estados Unidos.

Nosso endereço é:
Purpose Action
115 Fifth Avenue
New York, NY 10003
USA

 

Fonte: All Out

Trans poderão usar nome social no Enem

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23-10-2013-Provas-do-Enem

As pessoas transexuais e travestis conseguiram mais uma conquista em 2014. Os estudantes que prestarão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão usar seus nomes sociais em todo o processo. A lista de presença, cartão de inscrição, prova e lista de resultado constarão com o nome escolhido caso o candidato faça a solicitação.

As inscrições para o exame vão do dia 12 ao dia 23 de maio, mas a prova só será realizada nos dias 8 e 9 de novembro. Para solicitar que o nome social seja utilizado, o candidato deve ligar para o número 0800-616161.

Em 2013, vários estudantes trans relataram constrangimentos na hora de realizar a prova, o que prejudica o rendimento. Um dos candidatos chegou a ser interrompido três vezes para passar por averiguação de dados.

Outra conquista das pessoas travestis e transexuais neste ano foi a mudança do tema da Parada do Orgulho LGBT. Após pressionar a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), a frase que pautou o evento foi: “País Vencedor é País Sem Homolesbotransfobia: Chega de Mortes! Criminalização Já!”.

Fonte: Revista Fórum

Câmara de Curitiba registra Dia Municipal Contra a Homofobia

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A Câmara de Curitiba registrou, nesta quarta-feira (14), o Dia Municipal Contra a Homofobia, comemorado em 17 de maio por meio da lei nº 12.217/2007, de iniciativa da vereadora Julieta Reis (DEM). A convite da Professora Josete (PT), a Casa recebeu, durante a sessão, representantes de entidades dos direitos das lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBT).

“Precisamos de políticas públicas para garantir o atendimento de grupos em vulnerabilidade social”, afirmou Josete. Ela defendeu o debate, na Câmara de Curitiba, de temas como o atendimento da comunidade LGBT na saúde pública e escolas municipais, além da manifestação dos vereadores sobre projetos de lei em tramitação no Congresso Federal. (Com sonora)

Diretor-executivo do Grupo Dignidade, Toni Reis disse que o Brasil registrou, em 2012, 9,9 mil violações de direitos contra a comunidade LGBT. “Ninguém precisa aceitar nenhum comportamento e não fazemos apologia a nada. Nós queremos é pedir respeito, dialogar e discutir a cidadania”, manifestou. Ele também reforçou que o 17 de maio remete à data em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou, em 1990, a homossexualidade da lista de doenças mentais.

A segunda oradora foi a ativista Marise Felix da Silva, do Mães pela Igualdade. Criado há três anos, o movimento reúne pais de gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. “Ser mãe de uma lésbica não me causa constrangimento algum. Ficaria constrangida se ela espelhasse o ódio ou ferisse alguém. Faço parte de um grupo que luta contra a disseminação desse ódio, e temos mães que perderam seus filhos para a homofobia”, declarou. (Com sonora)

Na tribuna da Casa, Marise alertou ao bullying homofóbico, que “retira jovens da escola”, e ao preconceito no mercado de trabalho. Também defendeu o projeto em tramitação no Congresso Nacional que prevê o reconhecimento da identidade de gênero (chamada de Lei João Nery, primeiro transexual masculino a fazer a cirurgia no Brasil) e normas que tratem do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo e da criminalização da homofobia. “A homofobia exclui e mata”, justificou.

Rafaelly Wiest representou o Transgrupo Marcela Prado. A presidente da entidade disse que o transexual enfrenta dificuldades no mercado de trabalho. “Resolveram limpar as ruas para a Copa do Mundo. A prostituição não é crime no Brasil, e sim a exploração sexual. Alguém já se perguntou por que a pessoa está na rua? Por que abandonou os estudos? Por que está longe da família?”, questionou.

“Vejo diariamente transexuais procurando emprego, mas quando chegam e apresentam um documento masculino escutam, na hora, que a vaga já foi preenchida”, relatou. “Precisamos discutir a prostituição, a permanência na escola e o atendimento nas unidades de saúde. Sou curitibana e quero ser tratada como qualquer outro cidadão, sem privilégios”, finalizou Rafaelly.

Vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Defesa da Cidadania e Segurança Pública da Câmara de Curitiba, Carla Pimentel (PSC) disse que o colegiado está aberto para o diálogo com a comunidade LGBT. Também participaram do debate o presidente da Casa, Paulo Salamuni (PV), e os vereadores Chico do Uberaba (PMN) e Noemia Rocha (PMDB).

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Representantes da comunidade LGBT foram recepcionados em plenário, em comemoração ao Dia Municipal Contra a Homofobia. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

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“Precisamos de políticas públicas para garantir o atendimento de grupos em vulnerabilidade social”, disse a Professora Josete. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

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Toni Reis pediu respeito e diálogo. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

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“A homofobia exclui e mata”, declarou a ativista Marise Felix da Silva, do movimento Mães pela Igualdade. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

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A presidente do Transgrupo Marcela Prado, Rafaelly Wiest, relatou dificuldades enfrentadas pelos transexuais no mercado de trabalho. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

Fonte: Câmara Municipal de Curitiba

Câmara de Curitiba registra Dia Municipal Contra a Homofobia

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A Câmara de Curitiba registrou, nesta quarta-feira (14), o Dia Municipal Contra a Homofobia, comemorado em 17 de maio por meio da lei nº 12.217/2007, de iniciativa da vereadora Julieta Reis (DEM). A convite da Professora Josete (PT), a Casa recebeu, durante a sessão, representantes de entidades dos direitos das lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBT).

“Precisamos de políticas públicas para garantir o atendimento de grupos em vulnerabilidade social”, afirmou Josete. Ela defendeu o debate, na Câmara de Curitiba, de temas como o atendimento da comunidade LGBT na saúde pública e escolas municipais, além da manifestação dos vereadores sobre projetos de lei em tramitação no Congresso Federal. (Com sonora)

Diretor-executivo do Grupo Dignidade, Toni Reis disse que o Brasil registrou, em 2012, 9,9 mil violações de direitos contra a comunidade LGBT. “Ninguém precisa aceitar nenhum comportamento e não fazemos apologia a nada. Nós queremos é pedir respeito, dialogar e discutir a cidadania”, manifestou. Ele também reforçou que o 17 de maio remete à data em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou, em 1990, a homossexualidade da lista de doenças mentais.

A segunda oradora foi a ativista Marise Felix da Silva, do Mães pela Igualdade. Criado há três anos, o movimento reúne pais de gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. “Ser mãe de uma lésbica não me causa constrangimento algum. Ficaria constrangida se ela espelhasse o ódio ou ferisse alguém. Faço parte de um grupo que luta contra a disseminação desse ódio, e temos mães que perderam seus filhos para a homofobia”, declarou. (Com sonora)

Na tribuna da Casa, Marise alertou ao bullying homofóbico, que “retira jovens da escola”, e ao preconceito no mercado de trabalho. Também defendeu o projeto em tramitação no Congresso Nacional que prevê o reconhecimento da identidade de gênero (chamada de Lei João Nery, primeiro transexual masculino a fazer a cirurgia no Brasil) e normas que tratem do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo e da criminalização da homofobia. “A homofobia exclui e mata”, justificou.

Rafaelly Wiest representou o Transgrupo Marcela Prado. A presidente da entidade disse que o transexual enfrenta dificuldades no mercado de trabalho. “Resolveram limpar as ruas para a Copa do Mundo. A prostituição não é crime no Brasil, e sim a exploração sexual. Alguém já se perguntou por que a pessoa está na rua? Por que abandonou os estudos? Por que está longe da família?”, questionou.

“Vejo diariamente transexuais procurando emprego, mas quando chegam e apresentam um documento masculino escutam, na hora, que a vaga já foi preenchida”, relatou. “Precisamos discutir a prostituição, a permanência na escola e o atendimento nas unidades de saúde. Sou curitibana e quero ser tratada como qualquer outro cidadão, sem privilégios”, finalizou Rafaelly.

Vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Defesa da Cidadania e Segurança Pública da Câmara de Curitiba, Carla Pimentel (PSC) disse que o colegiado está aberto para o diálogo com a comunidade LGBT. Também participaram do debate o presidente da Casa, Paulo Salamuni (PV), e os vereadores Chico do Uberaba (PMN) e Noemia Rocha (PMDB).

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Representantes da comunidade LGBT foram recepcionados em plenário, em comemoração ao Dia Municipal Contra a Homofobia. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

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“Precisamos de políticas públicas para garantir o atendimento de grupos em vulnerabilidade social”, disse a Professora Josete. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

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Toni Reis pediu respeito e diálogo. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

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“A homofobia exclui e mata”, declarou a ativista Marise Felix da Silva, do movimento Mães pela Igualdade. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

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A presidente do Transgrupo Marcela Prado, Rafaelly Wiest, relatou dificuldades enfrentadas pelos transexuais no mercado de trabalho. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

Fonte: Câmara Municipal de Curitiba

Fotos dos debates sobre a campanha das 30 horas pelo interior

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Nos dias 5, 6 e 7 de maio o Sindypsi-PR promoveu  em municípios do interior do Paraná o debate sobre As condições de trabalho e a campanha das 30 horas para a Psicologia.  O debate ocorreu com as regiões de Ponta Grossa, Irati e União da Vitória*. Os debates contaram com participação de profissionais e estudantes de psicologia. Em cada município o presidente do Sindypsi, Thiago Bagatin, enfatizou a importância da criação dos comitês locais para envolver o maior número possível de profissionais e estudantes de Psicologia nas decisões e ações da reta final da campanha das 30 horas.

Confira Fotos:

Ponta Grossa, Dia 05/05, no Prédio do PDE da UEPG

PG

Irati, Dia 06/05, no Auditório Denise Stoklos da UNICENTRO (Universidade Estadual do Centro-Oeste)

União da Vitória, Dia 06/05, na Uniguaçu

 

* Em Foz do Iguaçu e Pato Branco, os eventos que haviam sido agendados foram cancelados.

Veja Também:
10 Razões para apoiar as 30 horas

Convite: Seminários Propulsão

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No dia 23 de maio acontece a primeira edição do Seminários Propulsão, com a temática “O objeto-sujeito da redução de danos”. O evento tem como objetivo constituir-se como um espaço transversal de estudos para as diversas categorias profissionais e diversos saberes interessados em ampliar e destacar seus conhecimentos acerca das múltiplas concepções de adolescência e dos usos de drogas na contemporaneidade.

Sendo uma iniciativa do Propulsão (Centro Social da Rede Marista de Solidariedade), o evento acontece na Universidade Federal do Paraná no Campus Botânico, das 13h30 às 17h30. As inscrições estão abertas e são gratuitas, podendo ser realizadas no site www.aadom.org.br.

Mais informações: propulsao@solmarista.org.br ou (41) 3271-5801

Seminários Propulsão

Data: 23 de maio

Horário: 13h30 às 17h30

Local: Universidade Federal do Paraná – Campus Botânico, Av. Lothário Meissner, 632 – Jardim Botânico.

propulsao

Confira como foi o Seminário “Por que a Psicologia vai às ruas?”

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No último sábado, 26 de abril, o Sindypsi realizou o seminário “Por que a Psicologia vai às ruas?”, que aconteceu na Faculdade FAE. O evento contou com a mesa redonda “Psicologia e participação social” e também com a mesa “Juventude em movimento”, como a presença de Ana Bock, professora da PUC-SP e ex-presidenta do Sinpsi-SP, e Thiago Bagatin, professor e presidente do Sindypsi-PR.

Para quem não pode participar do evento, o Sindypsi disponibiliza o vídeo com o seminário na íntegra, confira!

 

Debates pelo Paraná: As condições de trabalho e a campanha das 30 horas para a Psicologia

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De 5 a 8 de maio o Sindypsi promoverá debate pelo Paraná. Confira os locais e datas, e participe!

XI Audiência Pública do PEEDH-PR

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No dia 05 de maio a Escola de Educação em Direitos Humanos da Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, por meio da Coordenação Estadual do Comitê de EDH-PR, convida todo/a o/a cidadão/ã paranaense, principalmente o residente na cidade de Curitiba e região metropolitana, para participar da XI Audiência Pública do PEEDH-PR.

O evento faz parte das ações para a elaboração do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos do Paraná (PEEDH-PR) e será das 08h30 às 17h no Auditório Caio Amaral do prédio da Federação das Indústrias do Paraná. O objetivo da Audiência Pública é consolidar os princípios condutores e as ações programáticas do PEEDH-PR, sendo fundamental a participação da população.

As inscrições são feitas através deste link, e haverá a distribuição de certificados para os inscritos.

 

XI Audiência Pública do PEEDH-PR

Data: 05 de maio

Horário: 08h30 às 17h

Local: Auditório Caio Amaral do prédio da Federação das Indústrias do Paraná -Avenida Comendador Franco (Av. das Torres), nº 1.341, Curitiba.

Vídeo: Participação do Sindypsi na votação das 30 horas na Câmara Municipal

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Confira o vídeo sobre a participação do Sindypsi e do CRP na votação das 30 horas na Câmara Municipal de Curitiba.

Nossa intenção era ampliar o benefício também aos trabalhadores da FEAES (Fundação Privada de Curitiba), mas a bancada da prefeitura barrou a emenda.  Ainda sim, consideramos a aprovação das 30 horas aos servidores públicos uma vitória, fruto de uma greve de 74 dias em 2010.

A reportagem é do Canal21. Assista aqui.