Pela derrubada do veto das 30h!

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Confira carta aprovada na reunião ampliada da FENAPSI e sindicatos de psicólogos estaduais, em 23 e 24 de novembro.

Thiago Bagatin conversa com a categoria sobre o veto das 30h da Psicologia

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Como, infelizmente, já sabemos o Governo Federal (Dilma/Temer) vetou o Projeto de Lei das 30 horas. Só que agora, além de denunciar esse governo, devemos trabalhar para derrubar o veto na sessão conjunta entre congresso e senado.

Acompanhe o vídeo do presidente do Sindicato dos Psicólogos do Paraná, Thiago Bagatin, em que ele comenta para a categoria o veto ao PL 3338/08 e fala um pouco sobre os próximos passos e estratégias da categoria para vencer essa batalha. Confira.

Thiago Bagatin conversa com a categoria sobre o veto das 30h da Psicologia

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Como, infelizmente, já sabemos o Governo Federal (Dilma/Temer) vetou o Projeto de Lei das 30 horas. Só que agora, além de denunciar esse governo, devemos trabalhar para derrubar o veto na sessão conjunta entre congresso e senado.

Acompanhe o vídeo do presidente do Sindicato dos Psicólogos do Paraná, Thiago Bagatin, em que ele comenta para a categoria o veto ao PL 3338/08 e fala um pouco sobre os próximos passos e estratégias da categoria para vencer essa batalha. Confira.

20 de Novembro: A Psicologia e a luta contra o racismo.

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Confira o artigo: Consciência Negra, Relações Raciais e a Psicologia

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Presidência da República veta PL das 30 horas

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Argumento foi de contrariedade ao interesse público. Fenapsi e entidades da Psicologia vão atuar para reverter a situação.

 

30 Horas tristeO vice-presidente Michel Temer, em exercício do cargo de presidente da República, vetou integralmente o Projeto de Lei (PL) 3.338/08, que propõe a regulamentação da jornada de trabalho de 30 horas semanais para psicólogas e psicólogos em território nacional, sem a redução de salários. A notícia foi publicada na seção 1/página 9 do Diário Oficial da União desta terça-feira (18/11).

 

De acordo com veto presidencial, foram ouvidos os ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão, da Fazenda e da Saúde. O argumento utilizado foi de que a medida prejudicaria os cofres municipais e o atendimento do SUS. Segundo o texto do veto, “A redução da jornada semanal proposta impactaria o orçamento de entes públicos, notadamente municipais, com possível prejuízo à política de atendimento do Sistema Único de Saúde – SUS, podendo, ainda, elevar o custo também para o setor privado de saúde, com ônus ao usuário”.

 

A Advocacia Geral da União (AGU), o Ministério da Justiça e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), quando visitados, afirmaram ter apresentado pareceres favoráveis ao PL das 30 horas, todavia esses pareceres não foram considerados e sequer aparecem citados no texto do veto.

 

É importante destacar que os ministérios do Planejamento e da Fazenda não receberam as entidades da Psicologia para o diálogo e que o Ministério da Saúde alegou também não ter agenda para o diálogo, apesar de muita insistência da parte da Fenapsi e CFP.

 

A Fenapsi repudia o seguinte trecho do veto: “(…) Ademais, para além de não contar com regras de transição para os diversos vínculos jurídicos em vigor, a medida não veio acompanhada das estimativas de impacto orçamentário, em desacordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal.” Ora, é o próprio governo que deveria apresentar pesquisa de impacto orçamentário antes de vetar o PL, pois as entidades representativas da categoria não têm acesso a folhas de pagamento e não podem aferir estudo de impacto orçamentário.

 

“Fomos à Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (Segts), para conversar com o secretário Heider Aurélio Pinto, já que ele havia sido indicado pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, para atender as entidades da Psicologia. O secretário Heider reconheceu que o Governo Federal não tem estudo do impacto orçamentário desta alteração de jornada. Deste modo, o argumento do veto fica frágil, denunciando uma falta de cuidado na avaliação do PL por parte do governo, até mesmo porque identificamos muita semelhança textual com o veto dado aos colegas fonoaudiólogos, em abril de 2013. Sentimos falta de uma argumentação mais aprofundada”, explica Fernanda Magano, presidente da Fenapsi.

 

A vice-presidente da Fenapsi, Shirlene Queiroz, enfatiza que houve reconhecimento do PL no Senado e na Câmara, tendo sido aprovado por unanimidade e passado por todas as comissões sem alterações. Por isso afirma que a entidade vai lutar pela derrubada do veto e por outros projetos e medidas que melhorem as condições de trabalho das psicólogas e dos psicólogos.

“A argumentação do texto do veto é frágil diante da aprovação das duas casas legislativas. Vamos partir para a derrubada desse veto. Não podemos desanimar e nem perder a força. A Fenapsi vai discutir nos próximos dias a estratégia que será adotada para pressionar o Congresso pela derrubada do veto. Agradecemos a toda a categoria que militou incansavelmente, tanto nas ruas, como nas redes sociais, e que agora deve continuar a luta. Reconhecemos esses seis anos de caminhada e vamos continuar lutando”, disse.

 

E agora?

 

Agora, o PL volta para o Congresso, para ser analisado por representantes do Senado e da Câmara, sobre a possibilidade de rejeitar ou não o veto presidencial. No entanto, para que a decisão do presidente em exercício Michel Temer seja invalidada será necessário que haja maioria absoluta de votos tanto na Câmara como no Senado. O prazo para que isso aconteça é de 30 dias.

 

“Vamos atuar nas últimas instâncias de tramitação do Congresso e defender os interesses da profissão, pensando também na melhoria dos serviços públicos de saúde prestados pela psicologia”, assegura Fernanda Magano.

 

Leia o texto do veto na íntegra:

No- 390, de 17 de novembro de 2014.

Senhor Presidente do Senado Federal, Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do § 1o do art. 66 da Constituição, decidi vetar integralmente, por contrariedade ao interesse público, o Projeto de Lei no 3.338, de 2008 (no 150/09 no Senado Federal), que “Dispõe sobre a jornada de trabalho do psicólogo e altera a Lei no 4.119, de 27 de agosto de 1962, que dispõe sobre os cursos de formação em Psicologia e regulamenta a profissão de psicólogo”.

Ouvidos, os Ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão, da Fazenda e da Saúde manifestaram-se pelo veto ao projeto pelas seguintes razões: “A redução da jornada semanal proposta impactaria o orçamento de entes públicos, notadamente municipais, com possível prejuízo à política de atendimento do Sistema Único de Saúde – SUS, podendo, ainda, elevar o custo também para o setor privado de saúde, com ônus ao usuário. Ademais, para além de não contar com regras de transição para os diversos vínculos jurídicos em vigor, a medida não veio acompanhada das estimativas de impacto orçamentário, em desacordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Por fim, a negociação coletiva permite a harmonização dos interesses dos gestores da saúde e representantes da categoria profissional.”

Essas, Senhor Presidente, as razões que me levaram a vetar o projeto em causa, as quais ora submeto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso Nacional.

 

Fonte: Fenapsi

Presidência da República veta PL das 30 horas

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Argumento foi de contrariedade ao interesse público. Fenapsi e entidades da Psicologia vão atuar para reverter a situação.

 

30 Horas tristeO vice-presidente Michel Temer, em exercício do cargo de presidente da República, vetou integralmente o Projeto de Lei (PL) 3.338/08, que propõe a regulamentação da jornada de trabalho de 30 horas semanais para psicólogas e psicólogos em território nacional, sem a redução de salários. A notícia foi publicada na seção 1/página 9 do Diário Oficial da União desta terça-feira (18/11).

 

De acordo com veto presidencial, foram ouvidos os ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão, da Fazenda e da Saúde. O argumento utilizado foi de que a medida prejudicaria os cofres municipais e o atendimento do SUS. Segundo o texto do veto, “A redução da jornada semanal proposta impactaria o orçamento de entes públicos, notadamente municipais, com possível prejuízo à política de atendimento do Sistema Único de Saúde – SUS, podendo, ainda, elevar o custo também para o setor privado de saúde, com ônus ao usuário”.

 

A Advocacia Geral da União (AGU), o Ministério da Justiça e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), quando visitados, afirmaram ter apresentado pareceres favoráveis ao PL das 30 horas, todavia esses pareceres não foram considerados e sequer aparecem citados no texto do veto.

 

É importante destacar que os ministérios do Planejamento e da Fazenda não receberam as entidades da Psicologia para o diálogo e que o Ministério da Saúde alegou também não ter agenda para o diálogo, apesar de muita insistência da parte da Fenapsi e CFP.

 

A Fenapsi repudia o seguinte trecho do veto: “(…) Ademais, para além de não contar com regras de transição para os diversos vínculos jurídicos em vigor, a medida não veio acompanhada das estimativas de impacto orçamentário, em desacordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal.” Ora, é o próprio governo que deveria apresentar pesquisa de impacto orçamentário antes de vetar o PL, pois as entidades representativas da categoria não têm acesso a folhas de pagamento e não podem aferir estudo de impacto orçamentário.

 

“Fomos à Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (Segts), para conversar com o secretário Heider Aurélio Pinto, já que ele havia sido indicado pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, para atender as entidades da Psicologia. O secretário Heider reconheceu que o Governo Federal não tem estudo do impacto orçamentário desta alteração de jornada. Deste modo, o argumento do veto fica frágil, denunciando uma falta de cuidado na avaliação do PL por parte do governo, até mesmo porque identificamos muita semelhança textual com o veto dado aos colegas fonoaudiólogos, em abril de 2013. Sentimos falta de uma argumentação mais aprofundada”, explica Fernanda Magano, presidente da Fenapsi.

 

A vice-presidente da Fenapsi, Shirlene Queiroz, enfatiza que houve reconhecimento do PL no Senado e na Câmara, tendo sido aprovado por unanimidade e passado por todas as comissões sem alterações. Por isso afirma que a entidade vai lutar pela derrubada do veto e por outros projetos e medidas que melhorem as condições de trabalho das psicólogas e dos psicólogos.

“A argumentação do texto do veto é frágil diante da aprovação das duas casas legislativas. Vamos partir para a derrubada desse veto. Não podemos desanimar e nem perder a força. A Fenapsi vai discutir nos próximos dias a estratégia que será adotada para pressionar o Congresso pela derrubada do veto. Agradecemos a toda a categoria que militou incansavelmente, tanto nas ruas, como nas redes sociais, e que agora deve continuar a luta. Reconhecemos esses seis anos de caminhada e vamos continuar lutando”, disse.

 

E agora?

 

Agora, o PL volta para o Congresso, para ser analisado por representantes do Senado e da Câmara, sobre a possibilidade de rejeitar ou não o veto presidencial. No entanto, para que a decisão do presidente em exercício Michel Temer seja invalidada será necessário que haja maioria absoluta de votos tanto na Câmara como no Senado. O prazo para que isso aconteça é de 30 dias.

 

“Vamos atuar nas últimas instâncias de tramitação do Congresso e defender os interesses da profissão, pensando também na melhoria dos serviços públicos de saúde prestados pela psicologia”, assegura Fernanda Magano.

 

Leia o texto do veto na íntegra:

No- 390, de 17 de novembro de 2014.

Senhor Presidente do Senado Federal, Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do § 1o do art. 66 da Constituição, decidi vetar integralmente, por contrariedade ao interesse público, o Projeto de Lei no 3.338, de 2008 (no 150/09 no Senado Federal), que “Dispõe sobre a jornada de trabalho do psicólogo e altera a Lei no 4.119, de 27 de agosto de 1962, que dispõe sobre os cursos de formação em Psicologia e regulamenta a profissão de psicólogo”.

Ouvidos, os Ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão, da Fazenda e da Saúde manifestaram-se pelo veto ao projeto pelas seguintes razões: “A redução da jornada semanal proposta impactaria o orçamento de entes públicos, notadamente municipais, com possível prejuízo à política de atendimento do Sistema Único de Saúde – SUS, podendo, ainda, elevar o custo também para o setor privado de saúde, com ônus ao usuário. Ademais, para além de não contar com regras de transição para os diversos vínculos jurídicos em vigor, a medida não veio acompanhada das estimativas de impacto orçamentário, em desacordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Por fim, a negociação coletiva permite a harmonização dos interesses dos gestores da saúde e representantes da categoria profissional.”

Essas, Senhor Presidente, as razões que me levaram a vetar o projeto em causa, as quais ora submeto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso Nacional.

 

Fonte: Fenapsi

Palestra de David Harvey “A economia política da urbanização”

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No dia 18, terça-feira, o geógrafo marxista David Harvey estará em Curitiba,com a palestra “A economia política da urbanização”

harvey

Entre os dias 13 e 19 de novembro, o geógrafo marxista David Harvey passa pelas cidades de Brasília, Recife, Fortaleza, Curitiba e São Paulo para o lançamento de Para entender o Capital: Livros II e III, que chegará às livrarias junto com o segundo volume de O Capital.

No dia 18, terça-feira, Harvey fará o lançamento em Curitiba, quando também ministra a palestra “A economia política da urbanização”, no Teatro da Reitoria da UFPR, às 19h. O evento é realizado pela Boitempo, Terra de Direitos, Programa de Pós-Graduação em Direito da UFPR, PRÓ-POLIS (Núcleo de estudos de Direito Administrativo, Urbanístico, Ambiental e Desenvolvimento).

Não haverá inscrições prévias. Senhas serão distribuídas duas horas antes do evento começar.

>> Confira aqui o evento no facebook

David Harvey geógrafo britânico, professor emérito de antropologia na pós-graduação da Universidade da Cidade de Nova York (The City University of New York – Cuny) e ex-professor de geografia nas universidades Johns Hopkins e Oxford. Marxista convicto e declarado, ele é conhecido internacionalmente por seu trabalho de vanguarda na análise das dinâmicas do capital nas cidades e sua obra foi apontada pelo jornal Independent como uma das mais importantes de não-ficção publicadas desde a Segunda Guerra Mundial. Seu curso sobre O capital de Marx já teve mais de 600 mil acessos desde que foi disponibilizado no site da Cuny, em 2008. Autor de diversos livros, lançou pela Boitempo O enigma do capital (em 2011), Para entender O Capital: Livro I e Os limites do capital (ambos em 2013). Dele, a editora prepara para breve o lançamento de 17 contradições e o fim do capitalismo.

* Fonte: terra de direitos

30H PSICOLOGIA: SANCIONA OU VETA?

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Relato sobre a manifestação em Brasília em 05.11

Por Thiago Bagatin (presidente do SINDYPSI-PR)

Ato da Psicologia em Brasília

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No dia 5 de novembro mais de uma centena de estudantes e profissionais da psicologia realizaram ato em Brasília pela sanção da Lei 3338/2008, que estabelece a carga horária de psicólogos (as) em 30 horas semanais sem redução salarial.

O Sindypsi-PR esteve presente, tendo providenciado um ônibus com saída de Curitiba para levar profissionais e estudantes do Paraná para o Ato. O Paraná foi dizer bem de perto à presidente Dilma que a aprovação do PL das 30 horas é URGENTE.

Com palavras de ordem e faixas com dizeres de apoio ao projeto, os profissionais e estudantes se reuniram em frente ao Palácio do Planalto, na Praça dos Três Poderes, e fizeram uma caminhada até o gramado em frente ao Congresso Nacional.

Além do Sindypsi-PR, O ato contou com representantes dos Conselhos Regionais de Psicologia (CRPs) de Santa Catarina, São Paulo, Distrito Federal e Goiás. A categoria foi representada, ainda, pelos Sindicatos de Psicólogos de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraíba e São Paulo.

Além disso, também participaram do ato profissionais e estudantes do Amazonas e do Pará.

Todos os representantes indicaram a necessidade da participação de todos os (as) psicólogos (as) nas ações de comunicação em redes sociais para pressionar a presidenta pela sanção do projeto.

A MOBILIZAÇÃO NAS REDES SOCIAIS CONTINUA!
Componha a Mobilização Virtual com a hashtag #SancionaDilma e #30hpsicologos nas redes sociais!

* com informações de CFP.org.br