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Sindypsi realiza II Como empreender na Psicologia
Realização do evento teve como apoio a participação de estudantes de Psicologia

O SindyPsi realizou o “II Como empreender na Psicologia” no dia 21 de setembro na cidade de Ponta Grossa, em parceria com: Faculdade Santana e Escritórios Andersen Ballão e Marmo Contabilidade. O evento contou com mais de 70 participantes. O Secretário Sérgio Spinato, além de representar o SindyPsi no evento, apresentou a palestra “Práticas da gestão de uma empresa: as facilidades e as dificuldades”.
O evento possibilitou a discussão de temas atuais sobre como administrar a vida profissional, contando com a presença de diversos profissionais, que almejam montar suas empresas ou que já as tem consolidadas, bem como, com estudantes, futuros profissionais da Psicologia. O encontro foi organizado pelos estudantes de Psicologia da Faculdade Santana: Derek Gomes, Erickson Holm, Milayne Rosa, Mariana Boer, Letícia Rodrigues, Patrícia Martins e Mac Laine Solek (responsável ainda pela arte do cartaz do evento), sob a coordenação da Coordenadora do Curso de Psicologia Yara Klippel e do Professor Orientador Felipe Dable.
Confira as fotos
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II Como empreender na Psicologia
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SindypsiPR esteve presente no IX CONOPARH
Nos dias 23 e 24/08 a ABRH Norte Paraná realizou o IX CONOPARH (Congresso Norte Paranaense de Recursos Humanos) nas dependências da Unopar em Londrina – PR e o tema do evento deste ano trouxe um dos principais desafios atuais das organizações: “Desenvolver e Reter Pessoas – A Chave da Boa Gestão”.
O Sindypsi PR esteve presente, representado pelo seu diretor-secretário, psicólogo Sérgio Spinato. Na foto Sérgio está entregando as camisetas comemorativas do Dia do Psicólogo para a Presidente da ABRH Norte Administradora Vilma Munhê e para a Vice-Presidente Psicóloga Adilseia Soriani Batista
IX CONOPARH
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Mesa redonda debate ato médico
No dia 22 de setembro será realizado em Curitiba uma mesa redonda para debater com alunos, professores e especialista o Ato Médico. Os Psicólogos Dionisio Banaszewski e Thiago Bagatin – que é também candidato a vereador da capital pelo PSOL – foram convidados para debaterem o assunto.
O projeto de Lei do Ato Médico impõe restrições à ação dos profissionais das mais diversas áreas da saúde. O evento é gratuito e aberto ao público, iniciando às 9h da manhã no auditório da faculdade FACEL.

Participação de Psicólogos na Política
No dia 16 de setembro foi realizada, no auditório da Faculdade Dom Bosco, uma palestra sobre “Psicologia e política: compromissos com o mundo contemporâneo”. O psicólogo Thiago Bagatin esteve presente no encontro, ministrando o debate para cerca de 100 estudantes.
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Confira abaixo o artigo produzido por Thiago Bagatin sobre o tema apresentado em sua palestra:
Participação de Psicólogos na Política
*Thiago Bagatin é Psicólogo e candidato a vereador em Curitiba (PSOL).Mais informações: www.thiagobagatin.com.br
Em ano de eleição somos bombardeados pelas propagandas eleitorais e, por mais que neguemos o fato, as discussões políticas batem a nossa porta e somos obrigados a escolher em quem votar. Uns prometem asfaltos, outros vagas nas creches, tem até aqueles que não prometem nada, mas pagam R$ 50,00 para colocarmos uma placa no jardim de casa ou um adesivo no vidro traseiro do carro. Temos a sensação que política é isso: ocorre a cada dois anos, atrasa o início da novela e serve apenas para acomodar interesses individuais – seja do candidato e/ou do eleitor.
No entanto, vale lembrar que a etimologia da palavra “política” demonstra um significado completamente inverso: o termo tem origem no grego politiké, uma derivação de polis, que designa o que é público, ou seja, aquilo que é coletivo. Ao contrário do que pensamos atualmente – que a política serve apenas para satisfazer interesses individuais – ela foi originalmente empregada para designar o espaço público e não o privado.
Segundo Aristóteles (384 a.C–322 a.C), em uma de suas frases mais célebres, “o homem é um animal político” na medida em que se realiza plenamente no âmbito da polis. As virtudes dos seres humanos se expressam conforme os valores de um determinado coletivo, ou seja, o que eu desejo como bom deve equivaler àquilo que é bom para a sociedade. O bem comum está acima dos desejos individuais e encontra-se na democratização da felicidade, na justiça e no bem viver da sociedade política. Assim, participar da política significa participar da vida comum, da construção das regras de organização dessa vida e dos objetivos da sociedade.
Numa sociedade articulada em torno da democracia representativa, participar da política significa intervir ativamente nos processos de decisões e pautar o poder público a partir das organizações sociais, como sindicatos, associações de moradores, conselhos e movimentos sociais. Nesse sentido, fortalecer as organizações da sociedade civil que reivindicam avanços em determinadas legislações, mudanças culturais e questionam as apropriações individuais de bens públicos faz parte do processo político. Em outras palavras, o conceito de participação política na sociedade moderna tem seu significado fortemente vinculado à conquista dos direitos de cidadania.
Um dos elementos que dificulta (e até impede) a nossa participação em organizações sociais, e consequentemente na política, diz respeito à descrença na efetividade das ações coletivas. É comum questionarmos ou sermos questionados sobre a real possibilidade de conquistas. Por exemplo, os defensores e ativistas da redução da jornada de trabalho de psicólogos para 30 horas certamente já ouviram indagações do tipo: “isso não vai dar em nada”, “vai cuidar da sua vida”, ou coisas do gênero.
Cabe lembrar que durante o início da Revolução Industrial (séc.XVIII) a jornada de trabalho de um operário chegava a 80 horas semanais e com os processos reivindicatórios por melhores condições sociais, pouco a pouco, os trabalhadores conquistaram salários dignos, redução da jornada, repouso semanal e condições de higiene. Assim como as condições dignas de trabalho foram sendo conquistadas ao longo da história, também os direitos da mulher foram impressos em legislações a partir das mobilizações organizadas pela sociedade civil. A participação da mulher na vida política (na polis) brasileira passou a ser possível somente no final do séc. XIX, quando percebemos movimentos feministas eclodirem por todo o território nacional. Do mesmo modo, o fim da escravidão no Brasil não pode ser adequadamente compreendido sem levar em conta a resistência dos negros desde os quilombos até o movimento abolicionista.
Quanto às conquistas mais diretas para o campo da saúde mental, podemos citar a Luta Antimanicomial, que reivindica a desinstitucionalização do tratamento ao usuário desde os anos 80 e obteve sua mais expressiva conquista no ano de 2001 com a aprovação da Reforma Psiquiátrica (Lei 10.216/01). É lógico que muita coisa ainda precisa avançar, mas não podemos negar que temos conquistas importantes e, nesse processo, a ação das organizações da sociedade civil foi fundamental. Em suma, a participação política ativa de setores da sociedade civil é capaz de pautar o poder público, combater as desigualdades e, enfim, mudar o rumo da história.
Atualmente, nós profissionais da Psicologia temos muitos motivos para reavivarmos o protagonismo das organizações sociais. Em nossa prática profissional nos deparamos com as nefastas consequências de uma sociedade baseada na medicalização, vemos o Ato Médico (Lei 7.703/06) ameaçar o princípio da integralidade no atendimento à saúde, sentimos na pele as consequências das terceirizações e o descaso da falta de investimentos públicos nos serviços essenciais. Temos ainda a pauta das 30 horas que precisa, mais do que nunca, do fortalecimento das nossas mobilizações.
É com organização e protagonismo social que obteremos conquistas, pois política pressupõe participação social e não acomodação de interesses individuais. Apesar do pensamento dominante, política é conquista de direitos e não um processo eleitoral que ocorre a cada dois anos, atrasa o início da novela e serve apenas para apropriação individual do bem público. Portanto, nesse ano de eleição, fiquemos atentos às propostas e concepções políticas que os partidos e candidatos apresentam. Desconfiemos principalmente daqueles que oferecem R$ 50,00 para colocarmos adesivos de carro ou propagandas no jardim de casa. Retomemos o significado original do termo “política”, que enuncia as finalidades coletivas, o bem público e a vida comum e não a mera acomodação de interesses mesquinhos e individualistas.
Thiago Bagatin – 50.123 – é psicólogo, candidato a vereador em Curitiba, professor e atua na defensa dos Direitos Humanos. Mais informações: www.thiagobagatin.com.br
Câmara dos Deputados define tramitação do Projeto de Lei que altera Lei nº 5.766/1971
A matéria vai tramitar pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público e de Constituição e Justiça e de Cidadania
A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados definiu a ordem de tramitação do Projeto de Lei (PL) 4.364/2012 que altera a Lei nº 5.766/1971, a qual cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Psicologia. A proposta é resultado de uma ampla discussão que envolveu toda a categoria e obteve parecer favorável do Governo.
O projeto de lei foi encaminhado pela presidenta Dilma Rousseff ao Congresso Nacional no fim de agosto. O despacho inicial prevê a tramitação da matéria pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Após a aprovação, o PL deve seguir para a de Comissão Constituição e Justiça e de Cidadania.
O regime de tramitação do PL é de prioridade. Por isso, as comissões têm um prazo de 10 sessões, cada uma, para votar o projeto. A Câmara definiu ainda que o projeto estará sujeito à apreciação conclusiva. Isso significa que, caso seja aprovado pelas comissões, o PL não precisará ser votado em Plenário, seguindo diretamente para o Senado Federal.
O PL visa à democratização do Sistema Conselhos, incorporando o Congresso Nacional de Psicologia (CNP) ao sistema e traz a APAF (Assembléia das Políticas Administrativas e Financeiras) à Lei. Dentre as alterações propostas pelo PL, estão ainda a ampliação do número de membros do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e a instituição de eleições diretas para escolha dos membros do CFP.
Segundo o presidente do CFP, Humberto Verona, a lei que criou os conselhos é de 1971 e determinava uma relação pouco democrática entre o conselho federal e os conselhos regionais. Para ele, o PL, além de atualizar a antiga lei, vai consolidar o processo histórico e democrático que foi conquistado pelas psicólogas e psicólogos do país.
“Estamos desenvolvendo ao longo de 40 anos um processo de decisões coletivas. Uma lei atualizando todos os avanços é uma vitória para a Psicologia. Foi muito debate no país inteiro para a formulação da proposta. O apoio dos deputados e senadores é muito importante. Espero que a presidenta Dilma possa sancionar a lei ainda este ano”, disse Verona.
Fonte: Conselho Federal de Psicologia
Dia d@ Psicólog@ e os 50 Anos da Psicologia Brasileira
Neste dia em que a Psicologia Brasileira completa 50 anos a Federação Nacional dos Psicólogos parabeniza os sindicatos e tod@s @s psicolog@s do Brasil por sua importante atuação na sociedade brasileira.
XIV Encontro Paranaense de Psicologia
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