Proposta patronal é de 6% de reajuste. Categoria aprovou paralisação e Sindesc pede correção salarial de 9,8%, que corresponde ao INPC nacional, e 10% de aumento real

Desde ontem (18), os trabalhadores e as trabalhadoras dos estabelecimentos de serviços de saúde de Curitiba e região estão em greve. A paralisação foi a estratégia encontrada pelos trabalhadores para resistir à proposta patronal de reajuste salarial de 6%, consideravelmente abaixo da inflação. O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba e Região (Sindesc) pede a correção salarial das perdas acumuladas do período 9,8%.
A assessoria de imprensa do Sindesc informa que a negociação ainda não avançou. O sindicato está, neste momento, em audiência no Tribunal Regional do Trabalho do Paraná com o sindicato patronal, que alega não ter condições de arcar com a reposição da inflação. A mobilização continua.
Até o momento, sete hospitais de Curitiba e região registraram paralisação dos trabalhadores: Hospital do Idoso Zilda Arns, Hospital Evangélico, Hospital Santa Casa de Curitiba, Hospital São Vicente, Hospital Universitário Cajuru e o Hospital Maternidade Alto Maracanã. A assessoria informa que o a categoria está cumprindo o funcionamento mínimo de 30% dos setores.