A entidade expõe em um parecer os motivos pelos quais não concorda com a medida. O CFP também convida os psicólogos e psicólogas para exigir a efetivação de políticas públicas para a juventude brasileira
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) publicou um parecer sobre a redução da maioridade penal no qual expõe os motivos pelo quais a entidade é contrária à medida. O texto alerta que a Psicologia tem um enorme desafio quando se trata do atual contexto político e social, em que a proposta de prender adolescentes como adultos volta a ganhar força. O CFP reafirma que, diferentemente do que o senso comum pensa, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), promulgado em 1990 graças ao trabalho intenso de muitos setores da sociedade e movimentos sociais, não compactua com a impunidade. Para concluir, o CFP pontua que “abrir a porta da prisão a jovens menores de 18 anos é fechar a porta não somente para o seu desenvolvimento, mas também para o desenvolvimento do país”.
Confira a íntegra do parecer:
