{"id":4803,"date":"2015-12-08T17:40:08","date_gmt":"2015-12-08T20:40:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/?p=4803"},"modified":"2015-12-09T08:37:23","modified_gmt":"2015-12-09T11:37:23","slug":"machismo-discriminacao-e-mundo-do-trabalho-onde-fica-a-saude-mental-das-mulheres-e-lgbts","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/machismo-discriminacao-e-mundo-do-trabalho-onde-fica-a-saude-mental-das-mulheres-e-lgbts\/","title":{"rendered":"Machismo, discrimina\u00e7\u00e3o e mundo do trabalho: onde fica a sa\u00fade mental das mulheres e LGBTs?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">De cada 10 pessoas que trabalham com a Psicologia, 9 s\u00e3o mulheres. Em nossa sociedade, o fato de ser mulher aumenta a exposi\u00e7\u00e3o da trabalhadora a situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, como o ass\u00e9dio sexual e moral. Outros grupos tamb\u00e9m s\u00e3o mais vulner\u00e1veis a situa\u00e7\u00f5es de opress\u00e3o, como a popula\u00e7\u00e3o de l\u00e9sbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). A discuss\u00e3o sobre o machismo e a discrimina\u00e7\u00e3o no ambiente de trabalho \u00e9 urgente. Confira a mat\u00e9ria da s\u00e9rie <strong>Chega de Sil\u00eancio<\/strong> sobre os ass\u00e9dios moral e sexual cometidos contra a mulheres e a popula\u00e7\u00e3o LGBT.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4807\" src=\"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/..\/uploads\/2015\/12\/assedio_moral_e_sexual.jpg\" alt=\"assedio_moral_e_sexual\" width=\"2000\" height=\"2000\" srcset=\"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/..\/uploads\/2015\/12\/assedio_moral_e_sexual.jpg 2000w, http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/..\/uploads\/2015\/12\/assedio_moral_e_sexual-150x150.jpg 150w, http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/..\/uploads\/2015\/12\/assedio_moral_e_sexual-300x300.jpg 300w, http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/..\/uploads\/2015\/12\/assedio_moral_e_sexual-900x900.jpg 900w, http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/..\/uploads\/2015\/12\/assedio_moral_e_sexual-696x696.jpg 696w, http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/..\/uploads\/2015\/12\/assedio_moral_e_sexual-1068x1068.jpg 1068w, http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/..\/uploads\/2015\/12\/assedio_moral_e_sexual-420x420.jpg 420w\" sizes=\"auto, (max-width: 2000px) 100vw, 2000px\" \/>Em 2012, o Brasil registrou, pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100) da Secretaria de Direitos Humanos, <strong>27,3 viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos de cunho homof\u00f3bico por dia<\/strong>. Dois anos depois, em 2014, o Ligue 180, plataforma destinada a den\u00fancias de viol\u00eancia contra mulher, <strong>atendeu mais de 265 mil casos<\/strong>. Mesmo que os dados sejam chocantes, considera-se a subnotifica\u00e7\u00e3o das den\u00fancias, j\u00e1 que muitos casos n\u00e3o chegam ao conhecimento de \u00f3rg\u00e3os e autoridades. Se a o machismo e a LGBTfobia s\u00e3o constantes na sociedade brasileira, o mundo do trabalho n\u00e3o fica imune a essas opress\u00f5es. Nesta mat\u00e9ria da s\u00e9rie <strong>Chega de Sil\u00eancio<\/strong>, ser\u00e3o abordadas as viol\u00eancias sofridas pelas mulheres e pelas pessoas l\u00e9sbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no ambiente de trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os n\u00f3s entre a cultura machista e os crimes de ass\u00e9dio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o bastasse ganharem menos que os homens para executar as mesmas fun\u00e7\u00f5es e cumprirem dupla (ou at\u00e9 tripla) jornada de trabalho, as mulheres tamb\u00e9m s\u00e3o as principais v\u00edtimas do ass\u00e9dio moral e sexual. De acordo com o artigo 216 do C\u00f3digo Penal, ass\u00e9dio sexual \u00e9 o ato de <em>\u201cconstranger algu\u00e9m com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condi\u00e7\u00e3o de superior hier\u00e1rquico ou ascend\u00eancia inerentes ao exerc\u00edcio de emprego, cargo ou fun\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>. A pena prevista varia de um a dois anos de deten\u00e7\u00e3o. A esmagadora maioria das v\u00edtimas desse crime \u00e9 composta pelas mulheres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a promotora de justi\u00e7a e coordenadora do N\u00facleo de Promo\u00e7\u00e3o da Igualdade de G\u00eanero (NUPIGE) do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Paran\u00e1, Mariana Bazzo, as maiores v\u00edtimas s\u00e3o as mulheres porque isso est\u00e1 relacionado ao pr\u00f3prio fen\u00f4meno cultural do machismo. \u201c\u00c9 essa sensa\u00e7\u00e3o de que sempre existe a superioridade masculina e de que essa superioridade tamb\u00e9m se relaciona com a superioridade sexual. \u00c9 a ideia de que o corpo do mulher est\u00e1 sempre a servi\u00e7o do homem. Isso transforma a mulher em objeto, esse pensamento existe h\u00e1 muitos s\u00e9culos\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mariana ressalta que a mudan\u00e7a nas leis, como a aprova\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 11.340 de 2006, conhecida como Lei Maria da Penha, n\u00e3o deram conta de mudar a sociedade de um dia para o outro. \u201cA mulher entrou no mercado de trabalho, mas a quest\u00e3o cultural n\u00e3o modificou. Ainda \u00e9 poss\u00edvel notar o impacto do fen\u00f4meno cultural, pois elas acabam subordinadas ao chefe que ainda se enxerga como dono. Como homem, ele se sente dono de sua funcion\u00e1ria. Antes eram os maridos. Agora, tamb\u00e9m os chefes\u201d, aponta Mariana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao constatar que est\u00e1 sendo v\u00edtima de ass\u00e9dio sexual, a trabalhadora deve reunir provas, mesmo que seja um procedimento dif\u00edcil. Muitas vezes, a den\u00fancia pode fazer com que a mulher perca a fonte de seu sustento. Ainda assim, Mariana refor\u00e7a a necessidade das evid\u00eancias. \u201cA gente sempre orienta que todas as provas devem ser apresentadas porque deve-se chegar a um culpado, e isso s\u00f3 acontece com provas suficientes. \u00c9 interessante a apresenta\u00e7\u00e3o de grava\u00e7\u00f5es, fotos e relatos de testemunhas\u201d, sugere. Mariana ressalta que a a\u00e7\u00e3o penal para processamento do crime de ass\u00e9dio sexual \u00e9 p\u00fablica condicionada \u00e0 representa\u00e7\u00e3o, ou seja, a v\u00edtima deve autorizar o promotor de justi\u00e7a a entrar com a\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria a contrata\u00e7\u00e3o de advogado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Questionada sobre o caminho que deveria ser trilhado para o combate ao ass\u00e9dio sexual no ambiente de trabalho, Mariana indica que somente uma grande mudan\u00e7a cultural daria conta de extermin\u00e1-lo. \u201cAss\u00e9dio moral, estupro, atentado ao pudor, todos est\u00e3o dentro de um mesmo panorama. O fen\u00f4meno da cultura machista pode ser superado com um maior incentivo dessa quest\u00e3o nas escolas e com a promo\u00e7\u00e3o de maior n\u00famero de reflex\u00f5es dos pr\u00f3prios homens agressores. Eles est\u00e3o dentro dessa cultura e, \u00e0s vezes, n\u00e3o entendem que est\u00e3o errando, at\u00e9 porque passa na televis\u00e3o todos os dias que a mulher \u00e9 objeto, que ela deve se portar de um ou de outro jeito para n\u00e3o ser criticada e castigada\u201d, defende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mundo do trabalho e diversidade n\u00e3o s\u00e3o antag\u00f4nicos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ter um trabalho decente \u00e9 direito de todas e todos. Infelizmente, essa garantia sofre interfer\u00eancia de muitos fatores: da pr\u00f3pria estrutura desigual e explorat\u00f3ria do mundo do trabalho e das opress\u00f5es espec\u00edficas da sociedade em que vivemos. No entanto, h\u00e1 algo de errado quando a orienta\u00e7\u00e3o sexual e a identidade de g\u00eanero s\u00e3o caracter\u00edsticas que se sobressaem ao restante do curr\u00edculo do\/a trabalhador\/a. \u00c9 nesse conflito que se enquadram as l\u00e9sbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. O estigma e a discrimina\u00e7\u00e3o presentes no ambiente de trabalho trazem impactos diretos \u00e0 sa\u00fade mental do trabalhador e da trabalhadora LGBT e afetam tamb\u00e9m a qualidade do servi\u00e7o prestado. No caso das travestis e transexuais, adentrar o mercado de trabalho formal \u00e9, em 90% dos casos, algo longe da realidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A homo-lesbo-bi-transfobia (ou LGBTfobia) \u00e9 a viol\u00eancia que transforma caracter\u00edsticas da diversidade sexual em motivos para desigualdades, vulnerabilidades, exclus\u00f5es e riscos de toda ordem. No ambiente de trabalho, as situa\u00e7\u00f5es LGBTf\u00f3bicas acontecem n\u00e3o s\u00f3 no momento da contrata\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m na conviv\u00eancia com os\/as colegas de trabalho e na pr\u00f3pria rela\u00e7\u00e3o com a gest\u00e3o. N\u00e3o s\u00e3o raros os casos em que pessoas LGBT s\u00e3o levadas a esconder sua sexualidade para continuar no cargo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o promotor de justi\u00e7a e coordenador do N\u00facleo LGBT do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Paran\u00e1, Fernando Mattos, um dos fatores influentes nesse cen\u00e1rio \u00e9 a falta de compreens\u00e3o plena sobre o que \u00e9 orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero. \u201cIsso resulta em discrimina\u00e7\u00e3o e preconceito contra pessoas LGBT em diversos \u00e2mbitos da sociedade. E n\u00e3o \u00e9 diferente no ambiente de trabalho, ao qual esse segmento da popula\u00e7\u00e3o ou tem dificuldade de acesso, ou, quando tem acesso, presencia discrimina\u00e7\u00e3o por parte dos empregados, dos funcion\u00e1rios e dos clientes e usu\u00e1rios\u201d, explica.<\/p>\n<table style=\"height: 287px;\" border=\"0\" width=\"598\" cellspacing=\"6\" cellpadding=\"6\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#CFCFCF\">\n<ul>\n<li><strong>Orienta\u00e7\u00e3o sexual\u00a0<\/strong>&#8211; refere-se \u00e0 dire\u00e7\u00e3o ou \u00e0 inclina\u00e7\u00e3o do desejo sexual de cada pessoa<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Identidade de g\u00eanero\u00a0<\/strong>&#8211; \u00c9 a maneira como algu\u00e9m se sente e se apresenta para si e para as demais pessoas independentemente do sexo biol\u00f3gico ou da orienta\u00e7\u00e3o sexual. Essa identidade pode ser diferente do g\u00eanero que lhe foi assinalado no nascimento.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Heteronormatividade<\/strong> &#8211; termo usado para descrever situa\u00e7\u00f5es nas quais orienta\u00e7\u00f5es sexuais diferentes da heterossexual s\u00e3o marginalizadas, ignoradas ou perseguidas por pr\u00e1ticas sociais, cren\u00e7as ou pol\u00edticas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem seria o respons\u00e1vel pela promo\u00e7\u00e3o de campanhas e iniciativas contr\u00e1rias ao preconceito e ao machismo no ambiente de trabalho? Para Fernando, essa tarefa deve ser executada principalmente pelo poder p\u00fablico. \u201c\u00c9 preciso haver um trabalho de sensibiliza\u00e7\u00e3o dos empregadores para que se rompa com esse processo de discrimina\u00e7\u00e3o. O poder p\u00fablico deve identificar n\u00e3o s\u00f3 situa\u00e7\u00f5es concretas, mas a necessidade de realizar interven\u00e7\u00f5es gerais para capacita\u00e7\u00e3o e sensibiliza\u00e7\u00e3o a este tema no ambiente de trabalho\u201d, defende.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Retrocessos ou avan\u00e7os?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nossa reportagem perguntou aos entrevistados sobre os pr\u00f3ximos passos da luta contra a LGBTfobia e o machismo no ambiente de trabalho. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres, Mariana \u00e9 otimista ao analisar a visibilidade que elas t\u00eam dado \u00e0 quest\u00e3o das viol\u00eancias de g\u00eanero atualmente. \u201cO combate est\u00e1 avan\u00e7ando porque as lutas das mulheres vem trazendo esse problema para o conhecimento de um maior n\u00famero de pessoas. As estat\u00edsticas tamb\u00e9m est\u00e3o sendo mais formuladas\u201d, analisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 Fernando demonstra preocupa\u00e7\u00e3o com o atual cen\u00e1rio pol\u00edtico de retirada de direitos de popula\u00e7\u00f5es historicamente estigmatizadas e exclu\u00eddas, como \u00e9 a LGBT. \u201cEsses discursos, tanto o pol\u00edtico quanto o religioso, comp\u00f5em um c\u00edrculo vicioso de situa\u00e7\u00f5es de discrminia\u00e7\u00e3o e preconceito. Entendemos que a necessidade de prote\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para ao p\u00fablico LGBT se justifica pelo fato de que as situa\u00e7\u00f5es de preconceito s\u00e3o resultado unicamente da sua orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero que n\u00e3o se enquadram o padr\u00e3o hegem\u00f4nico &#8211; a chamada heteronormatividade\u201d, salienta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br \/>\n<strong>Voc\u00ea est\u00e1 sendo v\u00edtima de ass\u00e9dio moral ou sexual?<\/strong> <strong> Entre em contato com o Sindypsi PR pelo e-mail assediomoral@sindypsipr.com.br<\/strong>.\u00a0<strong>Nossa assessoria jur\u00eddica est\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para auxiliar voc\u00ea. O atendimento \u00e9 sigiloso.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De cada 10 pessoas que trabalham com a Psicologia, 9 s\u00e3o mulheres. Em nossa sociedade, o fato de ser mulher aumenta a exposi\u00e7\u00e3o da trabalhadora a situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, como o ass\u00e9dio sexual e moral. Outros grupos tamb\u00e9m s\u00e3o mais vulner\u00e1veis a situa\u00e7\u00f5es de opress\u00e3o, como a popula\u00e7\u00e3o de l\u00e9sbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4807,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[37,3],"tags":[],"class_list":["post-4803","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-assedio-moral","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4803","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4803"}],"version-history":[{"count":15,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4803\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4820,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4803\/revisions\/4820"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4807"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4803"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4803"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4803"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}