{"id":135,"date":"2012-03-15T19:33:50","date_gmt":"2012-03-15T19:33:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/?page_id=135"},"modified":"2015-01-16T15:25:45","modified_gmt":"2015-01-16T18:25:45","slug":"duvidas-frequentes-sobre-a-contribuicao-sindical","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/juridico\/duvidas-frequentes-sobre-a-contribuicao-sindical\/","title":{"rendered":"D\u00favidas frequentes sobre a Contribui\u00e7\u00e3o Sindical!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Pergunta 1)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quais profissionais\u00a0est\u00e3o sujeitos \u00e0 Contribui\u00e7\u00e3o (Militares, Servidores P\u00fablicos etc.)?<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Servidor Militar:<\/span><\/strong><\/p>\n<p>O artigo 142, \u00a7 3\u00ba, inciso IV, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, veda ao servidor p\u00fablico militar s\u00e3o o direito \u00e0 sindicaliza\u00e7\u00e3o, por consequ\u00eancia, tais servidores n\u00e3o est\u00e3o sujeitos\u00a0\u00a0\u00e0 contribui\u00e7\u00e3o sindical.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Fundamento Legal:<\/span><\/p>\n<p><em>Art. 142. As For\u00e7as Armadas, constitu\u00eddas pela Marinha, pelo Ex\u00e9rcito e pela Aeron\u00e1utica, s\u00e3o institui\u00e7\u00f5es nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da Rep\u00fablica, e destinam-se \u00e0 defesa da P\u00e1tria, \u00e0 garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 3\u00ba Os membros das For\u00e7as Armadas s\u00e3o denominados militares, aplicando-se-lhes, al\u00e9m das que vierem a ser fixadas em lei, as seguintes disposi\u00e7\u00f5es: <\/em><\/p>\n<p><em>IV &#8211; ao militar s\u00e3o proibidas a sindicaliza\u00e7\u00e3o e a greve; <\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Servidores p\u00fablicos federais, estaduais e municipais:<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O direito \u00e0 sindicaliza\u00e7\u00e3o dos servidores civis encontra-se garantido no artigo 37, inciso VI, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<\/p>\n<p>Assim, desde outubro de 1988, os servidores p\u00fablicos federais, estaduais e municipais est\u00e3o obrigados \u00e0 recolher a contribui\u00e7\u00e3o sindical.<\/p>\n<p>A contribui\u00e7\u00e3o sindical devida pelo Servidor P\u00fablico, foi regulamentada pelo TEM atrav\u00e9s das Instru\u00e7\u00f5es Normativas n. 1, de 30\/07\/2008 e a Nota T\u00e9cnica SRT\/MTE n. 36\/2009, que disp\u00f5e sobre a forma de desconto e recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o sindical dos servidores p\u00fablicos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Fundamento legal:<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>INSTRU\u00c7\u00c3O NORMATIVA MTE N\u00ba 1, DE 30 DE SETEMBRO DE 2008<\/em><\/strong><em> <\/em><\/p>\n<p><strong><em>DOU 03.10.2008<\/em><\/strong><em> <\/em><\/p>\n<p><em>Disp\u00f5e sobre a cobran\u00e7a da contribui\u00e7\u00e3o<\/em><em> sindical <\/em><em>dos<\/em><em> servidores<\/em><em> e empregados p\u00fablicos.<\/em><em> <\/em><\/p>\n<p><em>O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribui\u00e7\u00f5es que lhe confere o art. 87, II, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal; e CONSIDERANDO a compet\u00eancia estabelecida no artigo 610 da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho &#8211; CLT, que permite a este Minist\u00e9rio a expedi\u00e7\u00e3o de instru\u00e7\u00f5es referentes ao recolhimento e \u00e0 forma de distribui\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o\u00a0sindical;<\/em><\/p>\n<p><em>CONSIDERANDO a necessidade de uniformizar o procedimento de recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o\u00a0sindical, prevista nos artigos 578 e seguintes da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho &#8211; CLT, pela administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica federal, estadual e municipal;<\/em><\/p>\n<p><em>CONSIDERANDO que a exclus\u00e3o dos\u00a0servidores\u00a0estatut\u00e1rios do recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o\u00a0sindical\u00a0viola o princ\u00edpio da isonomia tribut\u00e1ria, previsto no art. 150, II da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988;<\/em><\/p>\n<p><em>CONSIDERANDO que os ac\u00f3rd\u00e3os proferidos nos RMS 217.851, RE 146.733 e RE 180.745 do Supremo Tribunal Federal determinam que &#8220;facultada a forma\u00e7\u00e3o de sindicatos de servidores p\u00fablicos (CF, art. 37, VI), n\u00e3o cabe exclu\u00ed-los do regime da contribui\u00e7\u00e3o legal compuls\u00f3ria exig\u00edvel dos membros da categoria&#8221;;<\/em><\/p>\n<p><em>CONSIDERANDO que o Superior Tribunal de Justi\u00e7a, no mesmo sentido do Supremo Tribunal Federal, vem dispondo que &#8220;A lei que disciplina a contribui\u00e7\u00e3o sindical compuls\u00f3ria (&#8221;imposto\u00a0sindical&#8221;) \u00e9 a CLT, nos arts. 578 e seguintes, a qual \u00e9 aplic\u00e1vel a todos os trabalhadores de determinada categoria, inclusive aos\u00a0servidores\u00a0p\u00fablicos&#8221;, conforme os ac\u00f3rd\u00e3os dos Resp 612.842 e Resp 442.509;<\/em><\/p>\n<p><em>E CONSIDERANDO que os Tribunais Regionais Federais tamb\u00e9m v\u00eam aplicando as normas dos art. 578 e seguintes da CLT aos\u00a0servidores\u00a0e empregados p\u00fablicos, resolve:<\/em><\/p>\n<p><em>Art. 1\u00ba\u00a0<strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Os \u00f3rg\u00e3os da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica federal, estadual e municipal, direta e indireta, dever\u00e3o recolher a contribui\u00e7\u00e3o\u00a0sindical\u00a0prevista no art. 578, da CLT, de todos os\u00a0servidores\u00a0e empregado p\u00fablicos, observado o disposto nos artigos 580 e seguintes da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho<\/span><\/strong>.<\/em><\/p>\n<p><em>Art. 2\u00ba Esta Instru\u00e7\u00e3o Normativa entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>CARLOS LUPI<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pergunta 2) Juros e multas, para pagamentos em atraso, devem ser aplicados?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os encargos devidos pelo recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o sindical em atraso est\u00e3o previstos no artigo 600 da CLT, devendo incidir multa, juros de mora e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria.<\/p>\n<ul>\n<li>Multa 10%, nos trinta primeiros dias, com adicional de 2% por m\u00eas subsequente de atraso;<\/li>\n<li>Juros de mora de 1% ao m\u00eas sobre o valor principal;<\/li>\n<li>Corre\u00e7\u00e3o Monet\u00e1ria.<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Fundamento legal:<\/span><\/p>\n<p><em>Art. 600 &#8211; O recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o sindical efetuado fora do prazo referido neste Cap\u00edtulo, quando espont\u00e2neo, ser\u00e1 acrescido da multa de 10% (dez por cento), nos 30 (trinta) primeiros dias, com o adicional de 2% (dois por cento) por m\u00eas subseq\u00fcente de atraso, al\u00e9m de juros de mora de 1 % (um por cento) ao m\u00eas e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, ficando, nesse caso, o infrator, isento de outra penalidade.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 1\u00ba &#8211; O montante das comina\u00e7\u00f5es previstas neste artigo reverter\u00e1 sucessivamente:<\/em><\/p>\n<p><em>a) ao Sindicato respectivo;<\/em><\/p>\n<p><em>b) \u00e0 Federa\u00e7\u00e3o respectiva, na aus\u00eancia de Sindicato;<\/em><\/p>\n<p><em>c) \u00e0 Confedera\u00e7\u00e3o respectiva, inexistindo Federa\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 2\u00ba &#8211; Na falta de Sindicato ou entidade de grau superior, o montante a que alude o par\u00e1grafo precedente reverter\u00e1 \u00e0 conta &#8220;Emprego e Sal\u00e1rio&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pergunta 3) Apenas a Caixa Econ\u00f4mica Federal \u00e9 autorizada como Banco para os recolhimentos?<\/strong><\/p>\n<p>A forma de recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o sindical est\u00e1 prevista em lei, no artigo 586 da CLT.<\/p>\n<p>O artigo prev\u00ea que as contribui\u00e7\u00f5es sindicais poder\u00e3o ser recolhidas \u00e0 CEF, ao BB ou aos estabelecimentos banc\u00e1rios nacionais, e repassadas para a CEF.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Fundamento legal:<\/span><\/p>\n<p><em>Art. 586. A contribui\u00e7\u00e3o sindical ser\u00e1 recolhida, nos meses fixados no presente Cap\u00edtulo, \u00e0 Caixa Econ\u00f4mica Federal ao Banco do Brasil S. A. ou aos estabelecimentos banc\u00e1rios nacionais integrantes do sistema de arrecada\u00e7\u00e3o dos tributos federais, os quais, de acordo com instru\u00e7\u00f5es expedidas pelo Conselho Monet\u00e1rio Nacional, repassar\u00e3o \u00e0 Caixa Econ\u00f4mica Federal as import\u00e2ncias arrecadadas.<\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><strong>Pergunta 4) Qual o percentual sobre os recolhimentos que a Entidade est\u00e1 obrigada a repassar \u00e0 CEF?<\/strong><\/p>\n<p>A CLT n\u00e3o prev\u00ea taxa banc\u00e1ria \/ percentual pelos servi\u00e7os prestados pela CEF.<\/p>\n<p>Entretanto, estes poder\u00e3o ser cobrados por for\u00e7a de contrato firmado entre a CEF e o sindicato (em alguns casos a cobran\u00e7a tem sido questionada em ju\u00edzo).<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Pergunta 5) Cobran\u00e7a dos inadimplentes realizadas pelo SindyPsi? Quais as observa\u00e7\u00f5es neste caso?<\/strong><\/p>\n<p>Nos termos do artigo 606 da CLT, compete aos sindicatos promover a cobran\u00e7a judicial e extra-judicial das contribui\u00e7\u00f5es sindicais em atraso.<\/p>\n<p>Em consulta realizada no dia 12 de agosto de 2011, ao SRMT\/PR, fomos informados que ap\u00f3s a CF\/1988, o sindicato poder\u00e1 efetuar a cobran\u00e7a dos inadimplentes, independentemente de certid\u00e3o expedida pelo Minist\u00e9rio do Trabalho, prevista no artigo 606 da CLT.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Fundamento legal:<\/span><\/p>\n<p><em>Art. 606 &#8211; \u00c0s entidades sindicais cabe, em caso de falta de pagamento da contribui\u00e7\u00e3o sindical, promover a respectiva cobran\u00e7a judicial, mediante a\u00e7\u00e3o executiva, valendo como t\u00edtulo de d\u00edvida a certid\u00e3o expedida pelas autoridades regionais do Minist\u00e9rio do Trabalho e Previd\u00eancia Social.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 1\u00ba O Ministro do Trabalho, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio baixar\u00e1 as instru\u00e7\u00f5es regulando a expedi\u00e7\u00e3o das certid\u00f5es a que se refere o presente artigo das quais dever\u00e1 constar a individualiza\u00e7\u00e3o de contribuinte, a indica\u00e7\u00e3o do d\u00e9bito e a designa\u00e7\u00e3o da entidade a favor da qual ser\u00e1 recolhida a import\u00e2ncia de imposto, de acordo com o respectivo enquadramento sindical.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 2\u00ba &#8211; Para os fins da cobran\u00e7a judicial do imposto sindical, s\u00e3o extensivos \u00e0s entidades sindicais, com exce\u00e7\u00e3o do foro especial, os privil\u00e9gios da Fazenda P\u00fablica, para cobran\u00e7a da d\u00edvida ativa.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pergunta 6) Quais as principais obriga\u00e7\u00f5es do SindyPsi com quem contribui?<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o deveres institucionais do sindicato:<\/p>\n<ul>\n<li>representa\u00e7\u00e3o administrativa e judicial dos interesses gerais da categoria,<\/li>\n<li>negocial (celebrar CCT\/ACT),<\/li>\n<li>assistencial,<\/li>\n<li>pol\u00edtica e<\/li>\n<li>econ\u00f4mica (impor contribui\u00e7\u00f5es aos representados).<\/li>\n<\/ul>\n<p>De acordo com o sistema sindical vigente no Brasil, o sindicato, no exerc\u00edcio de suas atividades, contemplar\u00e1 todos os membros da categoria, n\u00e3o podendo limitar-se apenas aos associados ou aos representados que estiverem em dia com suas contribui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pergunta 7) Quais as principais obriga\u00e7\u00f5es dos contribuintes com o SindyPsi?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A contribui\u00e7\u00e3o sindical, que \u00e9 imposta por lei e possui a natureza jur\u00eddica de tributo.<\/p>\n<p>Portanto, \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o de todo trabalhador (empregado ou n\u00e3o), n\u00e3o cabendo direito de oposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pergunta 8) San\u00e7\u00f5es a que o inadimplente est\u00e1 sujeito:<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os psic\u00f3logos, profissionais liberais e aut\u00f4nomos, que n\u00e3o recolherem a contribui\u00e7\u00e3o sindical dentro do prazo fixado em lei responder\u00e3o, pelos encargos previstos no artigo 600 da CLT (multa, juros de mora e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria).<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">No \u00e2mbito administrativo<\/span>, dever\u00e1 o\u00a0CRP apresentar den\u00fancia ao \u00f3rg\u00e3o regional do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego \u2013 MTE para as devidas provid\u00eancias.<\/p>\n<p>Ainda, os conselhos de fiscaliza\u00e7\u00e3o de profiss\u00f5es podem aplicar a penalidade de suspens\u00e3o do registro profissional aos profissionais liberais inadimplentes com a contribui\u00e7\u00e3o sindical obrigat\u00f3ria, antes ou ap\u00f3s qualquer provid\u00eancia tomada pelo MTE.<\/p>\n<p>Por fim, de acordo com a Nota T\u00e9cnica n\u00ba 64\/2009, a legisla\u00e7\u00e3o brasileira considera nulos de pleno direito os atos praticados por entes p\u00fablicos das esferas federal, estadual ou municipal, relativos a emiss\u00f5es de registros e concess\u00f5es de alvar\u00e1s, permiss\u00f5es e licen\u00e7as para funcionamento e renova\u00e7\u00e3o de atividades aos profissionais liberais e aut\u00f4nomos, inclusive taxistas, sem o comprovante da quita\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o sindical.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Fundamento legal:<\/span><\/p>\n<p><strong><em>DOU Se\u00e7\u00e3o 1, n. 231, pub 03\/12\/2009, p. 119<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>GABINETE DO MINISTRO<\/em><\/p>\n<p><em>DESPACHO DO MINISTRO<\/em><\/p>\n<p><em>Em 2 de dezembro de 2009<\/em><\/p>\n<p><em>Aprovo a NOTA T\u00c9CNICA\/SRT\/MTE\/N\u00ba 201\/2009, em anexo, acerca da contribui\u00e7\u00e3o sindical dos profissionais liberais e aut\u00f4nomos.<\/em><\/p>\n<p><em>CARLOS ROBERTO LUPI<\/em><\/p>\n<p><em>ANEXO &#8211; NOTA T\u00c9CNICA\/SRT\/MTE\/N\u00ba 201 \/2009<\/em><\/p>\n<p><em>Em virtude da necessidade de esclarecimentos acerca do disposto nos artigos 585, 599 e 608 da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho &#8211; CLT, esta nota tem por objeto fixar a interpreta\u00e7\u00e3o acerca dessas regras para propiciar o seu fiel cumprimento.<\/em><\/p>\n<p><em>2. O recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o sindical do profissional liberal empregado deve ter por base o c\u00e1lculo previsto no inciso I do artigo 580 da CLT, que consiste no valor de um dia da remunera\u00e7\u00e3o percebida no emprego, mesmo que o profissional utilize a faculdade, prevista no art. 585 da CLT, de optar pelo pagamento diretamente \u00e0 entidade sindical representativa da categoria, conforme esclarece a Nota T\u00e9cnica n\u00ba 21\/2009.<\/em><\/p>\n<p><em>3. Em face dos prazos legais para o recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o sindical, os conselhos de fiscaliza\u00e7\u00e3o de profiss\u00f5es devem encaminhar, at\u00e9 o dia 31 de dezembro de cada ano, \u00e0s confedera\u00e7\u00f5es representativas das respectivas categorias ou aos bancos oficiais por elas indicados, rela\u00e7\u00e3o dos profissionais neles registrados, com os dados que possibilitem a identifica\u00e7\u00e3o dos contribuintes para fins de notifica\u00e7\u00e3o e cobran\u00e7a.<\/em><\/p>\n<p><em>4. Sempre que a fiscaliza\u00e7\u00e3o dos respectivos conselhos vier a encontrar, no curso de qualquer dilig\u00eancia, algum profissional liberal inadimplente com o recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o sindical obrigat\u00f3ria, deve ser apresentada den\u00fancia ao \u00f3rg\u00e3o regional do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego \u2013 MTE para as devidas provid\u00eancias.<\/em><\/p>\n<p><em>5. De acordo com o art. 599 da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho, \u00e9 prerrogativa dos conselhos de fiscaliza\u00e7\u00e3o de profiss\u00f5es a aplica\u00e7\u00e3o da penalidade de suspens\u00e3o do registro profissional aos profissionais liberais inadimplentes com a contribui\u00e7\u00e3o sindical obrigat\u00f3ria, antes ou ap\u00f3s qualquer provid\u00eancia tomada pelo MTE.<\/em><\/p>\n<p><em>6. Como ressaltado na Nota T\u00e9cnica n\u00ba 64\/2009, a legisla\u00e7\u00e3o brasileira considera nulos de pleno direito os atos praticados por entes p\u00fablicos das esferas federal, estadual ou municipal, relativos a emiss\u00f5es de registros e concess\u00f5es de alvar\u00e1s, permiss\u00f5es e licen\u00e7as para funcionamento e renova\u00e7\u00e3o de atividades aos profissionais liberais e aut\u00f4nomos, inclusive taxistas, sem o comprovante da quita\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o sindical.<\/em><\/p>\n<p><em>Bras\u00edlia, 30 de novembro de 2009<\/em><\/p>\n<p><em>LUIZ ANTONIO DE MEDEIROS<\/em><\/p>\n<p><em>Secret\u00e1rio de Rela\u00e7\u00f5es<\/em><\/p>\n<p><em>GABINETE DO MINISTRO<\/em><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Pergunta 9) Quais as principais leis, resolu\u00e7\u00f5es ou outros que regem os recolhimentos sindicais?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>CF\/88, artigo 8\u00ba.<\/p>\n<p>CLT, artigos 578 e seguintes.<\/p>\n<p>Nota t\u00e9cnica SRT\/MTE 201\/2009.<\/p>\n<p>Nota t\u00e9cnica SRT\/MTE 64\/2009.<\/p>\n<p>Nota t\u00e9cnica SRT\/MTE 36\/2009.<\/p>\n<p>Nota t\u00e9cnica SRT\/MTE 21\/2009.<\/p>\n<p>Portaria 982\/2010.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pergunta 10) Como falar de isen\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o, sem mencionar cancelamento do CRP?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pergunta 11) Existe idade para isen\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o sindical (idosos)?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Pergunta 12) Existem casos pass\u00edveis de isen\u00e7\u00e3o? Quais?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A contribui\u00e7\u00e3o sindical tem natureza tribut\u00e1ria, sendo regulada por lei na sua integralidade.<\/p>\n<p>Como no \u00e2mbito legislativo n\u00e3o existe qualquer hip\u00f3tese de isen\u00e7\u00e3o, n\u00e3o pode o sindicato isentar, por conta pr\u00f3pria seus representados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pergunta 13) Quais as san\u00e7\u00f5es que o SindyPsi est\u00e1 sujeito ao n\u00e3o cobrar os inadimplentes?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A CLT n\u00e3o prev\u00ea san\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Pergunta 14) Quando h\u00e1 recolhimento em duplicidade pelo contribuinte (holerite e GRCS), temos obriga\u00e7\u00e3o de devolver o valor?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Havendo recolhimento em duplicidade, o sindicato dever\u00e1 devolver uma das contribui\u00e7\u00f5es, desde que o contribuinte possa comprovar que o recolhimento realizou-se realmente em duplicidade para o Sindicato dos Psic\u00f3logos do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pergunta 15) Se sim, como deve ser feito no caso dos 40% que s\u00e3o repassados \u00e0 FENAPSI, CNPL e M.T.E, bem como com as taxas banc\u00e1rias, de emiss\u00e3o e envio que o SindyPsi custeia?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A devolu\u00e7\u00e3o limitar-se-\u00e1 aos valores efetivamente recebidos pelo Sindicato.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Pergunta 16) No caso de registros junto ao CRP ap\u00f3s a data de recolhimento anual (28\/Fev. \u2013 data em que s\u00e3o enviadas as GRCS\u00b4s), h\u00e1 alguma possibilidade de recolhimento proporcional?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o se admite o pagamento proporcional.<\/p>\n<p>E na hip\u00f3tese em que a inscri\u00e7\u00e3o do profissional liberal no \u00f3rg\u00e3o de classe ocorrer ap\u00f3s fevereiro, o Sindicato poder\u00e1 enviar a GRCS para pagamento no m\u00eas subsequente da inscri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pergunta 17) Quais as mensagens que realmente devem constar na Guia? (Pagamento Obrigat\u00f3rio \u2013 Boleto \u00fanico e anual, Artigos e Leis etc.).<\/strong><\/p>\n<p>O MTE n\u00e3o disciplinou esta mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>Entretanto, pelo princ\u00edpio da boa-f\u00e9, \u00e9 aconselh\u00e1vel que constem orienta\u00e7\u00f5es espec\u00edficas e objetivas, contendo, se necess\u00e1rio, o embasamento jur\u00eddico da cobran\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p><em>GABINETE DO MINISTRO<\/em><\/p>\n<p><em>DESPACHO DO MINISTRO<\/em><\/p>\n<p><em>Em 2 de fevereiro de 2010<\/em><\/p>\n<p><em>Aprovo a NOTA T\u00c9CNICA\/SRT\/MTE\/N\u00ba 11\/2010, acerca da contribui\u00e7\u00e3o sindical dos profissionais liberais e aut\u00f4nomos.<\/em><\/p>\n<p><em>CARLOS ROBERTO LUPI<\/em><\/p>\n<p><em>ANEXO<\/em><\/p>\n<p><em>NOTA T\u00c9CNICA\/SRT\/MTE\/N\u00ba 11\/2010<\/em><\/p>\n<p><em>Sugere a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional das Profiss\u00f5es Liberais &#8211; CNPL, no documento epigrafado, nova reda\u00e7\u00e3o para o item 2 da Nota T\u00e9cnica n\u00ba 201, de 2009, em face de discuss\u00f5es havidas no &#8220;Ciclo de Debates CNPL 2010&#8221;, em que foram expostas d\u00favidas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mencionada nota.<\/em><\/p>\n<p><em>2.A solicita\u00e7\u00e3o evidenciou a necessidade de esclarecimentos no sentido de que o valor da contribui\u00e7\u00e3o sindical do profissional liberal deve ser repassado ao sindicato da respectiva profiss\u00e3o, e ser recolhido por meio da Guia de Recolhimento da Contribui\u00e7\u00e3o Sindical Urbana &#8211; GRCSU quando o empregado utilizar a op\u00e7\u00e3o prevista no art. 585 da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho, de efetuar o pagamento diretamente \u00e0 entidade sindical profissional.<\/em><\/p>\n<p><em>Bras\u00edlia, 2 de fevereiro de 2010<\/em><\/p>\n<p><em>LUIZ ANTONIO DE MEDEIROS<\/em><\/p>\n<p><em>Secret\u00e1rio de Rela\u00e7\u00f5es do Trabalho<\/em><\/p>\n<p><strong><em> <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em> <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>DOU Se\u00e7\u00e3o 1 n 239, pub 15\/12\/2009<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>GABINETE DO MINISTRO<\/em><\/p>\n<p><em>DESPACHO DO MINISTRO<\/em><\/p>\n<p><em>Em 10 de dezembro de 2009<\/em><\/p>\n<p><em>Aprovo a NOTA T\u00c9CNICA\/SRT\/MTE\/N\u00ba 202 \/2009, em anexo.<\/em><\/p>\n<p><em>CARLOS ROBERTO LUPI<\/em><\/p>\n<p><em>ANEXO &#8211; NOTA T\u00c9CNICA\/SRT\/MTE\/N\u00ba 202\/2009<\/em><\/p>\n<p><em>Solicitou o Instituto FGTS F\u00e1cil, que fosse revigorado entendimento relativo \u00e0 obriga\u00e7\u00e3o de os empregadores remeterem, \u00e0 entidade sindical, a rela\u00e7\u00e3o nominal dos empregados contribuintes da contribui\u00e7\u00e3o sindical profissional.<\/em><\/p>\n<p><em>2. Em que pese haver troca de informa\u00e7\u00f5es entre a Caixa Econ\u00f4mica Federal quanto ao recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o sindical dos trabalhadores, os dados compilados n\u00e3o identificam os empregados, tampouco os valores descontados, e a entidade sindical benefici\u00e1ria do recolhimento.<\/em><\/p>\n<p><em>3. Desta feita, observa-se que os empregadores devem encaminhar, \u00e0s entidades sindicais de trabalhadores, rela\u00e7\u00e3o nominal dos empregados contribuintes, da qual conste, al\u00e9m do nome completo, o n\u00famero de inscri\u00e7\u00e3o no Programa de Integra\u00e7\u00e3o Social &#8211; PIS, fun\u00e7\u00e3o exercida, a remunera\u00e7\u00e3o percebida no m\u00eas do desconto e o valor recolhido.<\/em><\/p>\n<p><em>4. A rela\u00e7\u00e3o pode ser enviada por meio magn\u00e9tico ou pela internet, ou ainda ser encaminha c\u00f3pia da folha de pagamentos do m\u00eas relativo aos descontos, conforme entendimento entre o empregador e a entidade sindical, e o prazo mais razo\u00e1vel \u00e9 de quinze dias depois de efetuado o recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o sindical profissional.<\/em><\/p>\n<p><em>5. Por sua vez, a FECOM\u00c9RCIO\/SP &#8211; Federa\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio do Estado de S\u00e3o Paulo solicitou complementa\u00e7\u00e3o da Nota T\u00e9cnica n\u00ba 201\/2009, publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o de 3 de dezembro de 2009, a fim de esclarecer a obrigatoriedade da contribui\u00e7\u00e3o sindical patronal.<\/em><\/p>\n<p><em>6. De fato, o art. 608 da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei n\u00ba 5.452, de 1\u00ba de maio de 1943, disp\u00f5e que as reparti\u00e7\u00f5es federais, estaduais ou municipais n\u00e3o conceder\u00e3o registro ou licen\u00e7as para funcionamento ou renova\u00e7\u00e3o de atividades aos estabelecimentos de empregadores e aos escrit\u00f3rios ou cong\u00eaneres dos agentes ou trabalhadores aut\u00f4nomos e profissionais liberais, nem conceder\u00e3o alvar\u00e1s de licen\u00e7a ou localiza\u00e7\u00e3o, sem que sejam exibidas as provas de quita\u00e7\u00e3o do imposto sindical.<\/em><\/p>\n<p><em>7. Pela interpreta\u00e7\u00e3o do dispositivo, constata-se que, na concess\u00e3o de alvar\u00e1, permiss\u00f5es ou licen\u00e7as para funcionamento de estabelecimentos em geral do setor econ\u00f4mico ou profissional ou ainda em suas renova\u00e7\u00f5es, ser\u00e1 exigida por parte do Poder P\u00fablico concedente a prova da quita\u00e7\u00e3o do recolhimento da contribui\u00e7\u00e3o sindical, sem a qual ser\u00e3o os atos praticados considerados nulos.<\/em><\/p>\n<p><em>Bras\u00edlia, 10 de dezembro de 2009.<\/em><\/p>\n<p><em>LUIZ ANTONIO DE MEDEIROS<\/em><\/p>\n<p><em>Secret\u00e1rio de Rela\u00e7\u00f5es do Trabalho<\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em>PORTARIA No- 982, DE 5 DE MAIO DE 2010<\/em><\/p>\n<p><em>O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribui\u00e7\u00f5es que lhe confere o art. 87, par\u00e1grafo \u00fanico, inciso II, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, e tendo em vista o disposto nos arts. 583, \u00a7 1\u00ba,\u00a0\u00a0589 e 913 da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei n\u00ba 5.452, de 1\u00ba de maio de 1943, resolve: Art. 1\u00ba O art. 5\u00ba da Portaria n\u00ba 488, de 23 de novembro de 2005, publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o de 24 de novembro<\/em><\/p>\n<p><em>de 2005, Se\u00e7\u00e3o 1, p\u00e1g. 89, passa a vigorar com a seguinte reda\u00e7\u00e3o:<\/em><\/p>\n<p><em>&#8220;Art. 5\u00ba&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 1\u00ba A distribui\u00e7\u00e3o dos valores recolhidos ser\u00e1 efetuada, pela CAIXA, de acordo com as filia\u00e7\u00f5es da entidade sindical constantes do Cadastro Nacional de Entidades Sindicais &#8211; CNES no dia do efetivo pagamento da contribui\u00e7\u00e3o sindical pelo contribuinte.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 2\u00ba Os valores n\u00e3o repassados a entidades sindicais de grau superior ou centrais sindicais em virtude de diverg\u00eancia nos dados indicados na Guia de Recolhimento da Contribui\u00e7\u00e3o Sindical Urbana &#8211; GRCSU ser\u00e3o repassados integralmente pela CAIXA \u00e0 Conta Especial Emprego e Sal\u00e1rio &#8211; CEES. <\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 3\u00ba Caber\u00e1 ao contribuinte solicitar a restitui\u00e7\u00e3o dos valores repassados \u00e0 CEES na hip\u00f3tese do \u00a7 2\u00ba, em conformidade com as normas editadas por este Minist\u00e9rio, para fins de novo recolhimento \u00e0 entidade benefici\u00e1ria.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a7 4\u00ba Ser\u00e1 facultativo o preenchimento na\u00a0\u00a0GRCSU, pelas entidades sindicais, do campo destinado ao c\u00f3digo sindical, sendo obrigat\u00f3rio o preenchimento do campo destinado ao Cadastro Nacional da Pessoa Jur\u00eddica &#8211; CNPJ,\u00a0\u00a0que servir\u00e1 de base para a distribui\u00e7\u00e3o prevista no \u00a7 1\u00ba deste artigo&#8221; (NR)<\/em><\/p>\n<p><em>Art. 2\u00ba Esta Portaria entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\n<\/em><\/p>\n<p><em>CARLOS ROBERTO LUPI<\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><strong><em>Outras d\u00favidas! Encaminhe seu questionamento ao e-mail do SindyPsi:<\/em><\/strong><em> <a href=\"mailto:sindypsipr@sindypsipr.com.br\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"color: #0000ff;\">sindypsipr@sindypsipr.com.br<\/span><\/span><\/a><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pergunta 1) Quais profissionais\u00a0est\u00e3o sujeitos \u00e0 Contribui\u00e7\u00e3o (Militares, Servidores P\u00fablicos etc.)? Servidor Militar: O artigo 142, \u00a7 3\u00ba, inciso IV, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, veda ao servidor p\u00fablico militar s\u00e3o o direito \u00e0 sindicaliza\u00e7\u00e3o, por consequ\u00eancia, tais servidores n\u00e3o est\u00e3o sujeitos\u00a0\u00a0\u00e0 contribui\u00e7\u00e3o sindical. &nbsp; Fundamento Legal: Art. 142. As For\u00e7as Armadas, constitu\u00eddas pela Marinha, <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":52,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-135","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/135","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=135"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/135\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":211,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/135\/revisions\/211"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/52"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.sindypsipr.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=135"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}